30 julho, 2010

Sinceramente... (era isto que ele sentia)

Guardarei dele a imagem de um homem que falava com ele mesmo, olhos nos olhos!

10 comentários:

  1. Um nó na garganta, uma lágrima, um poste comovente. Um obrigado.

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  2. Rogério

    Em geral deito-me cedo, porque me levanto às 6 da matina (durante os dias uteis) Chego ao trabalho, vejo se está tudo nos conformes e venho à net ver as gordas. Hoje às 7 e pico, levei um valente murro no estomago. Porra! Estão levar-nos os que ainda nos conseguem fazer rir, foi o Solnado e agora o António Feio.
    Postei lá no Largo em nome do colectivo uma singela homenagem. Escolhi a forma como o quero recordar.
    Sabe acho que a expressão "treta" faz agora mais sentido.
    Abraço

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  3. Aqui há uns anos, estive muito ligada aos meios do teatro...fazia teatro num grupo amador, depois fiz um estágio curto de expressão dramática em Paris...uma longa história, que não vem ao caso. Conheci muita gente desse meio e entre muitos o António Feio...
    Dos talentos desaparecidos sobra-nos sempre a memória.
    As nossas memórias que ás vezes são como lágrimas perdidas na chuva..

    Bonita homenagem!

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  4. tentei não chorar, porque acredito que ele está bem: esta vida é só um etapa na nossa caminhada...

    mas, confesso, senti muito a sua partida. a folha seca sentiu o que eu senti: um murro no estômago. dois grandes homens, duas grandes vidas que tivemos o privilégio de conhecer...

    já poucos sobram, do mundo das artes, que me fazem sonhar desde menina. espero que as suas viagens sejam adiadas por muito e muito tempo [sou egoísta... pois sou].

    abraçinho...

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Rogério amigo!

    Obrigada!
    Não consegui reter as lágrimas e as palavras voltaram a enrolar-se no nó que se formou na garganta.
    O nosso Feio é um ser LINDO demais.

    Beijos

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  7. Já perdi a conta aos comentários que deixei sobre o António, mas acho que só me falta uma pequena meditação sobre este assunto. Ora ir... vamos todos, a única injustiça será irem demasiado cedo os que nos fazem falta e ficarem, por cá, alguns que não fazem falta nenhuma.

    Bjos

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  8. Meus Caros,

    Sei que não fariam o que eu fiz...
    Foi de um oportunismo atroz. Mas está feito. No post acima podem ver como aproveiter a fragilidade emocional das peixeiras do Bulhão para lhes dizer quem era o outro grande homem que morreu!

    Mas sou assim...
    (se Deus existisse ou me desse atenção, nunca me perdoaria...)

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  9. As pessoas como o António Feio não morrem. Vão só ali. E ainda que fisicamente ausentes estarão eternamente presentes. Para sempre. O “Tóni” não morreu. É imortal. Foi só comprar tabaco. Até já Toni…

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