02 outubro, 2015

Manuel Alegre recomenda-me a azia, com um segundo sapo... pensando bem, ele abusa de uma minha capacidade digestiva que ele própria devia ter. Sapo? Engula-o ele!

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Não vou desenvolver o texto sugerido pelo título. O título tem vida própria e dele se infere que deglutir sapos é algo que passou à história e ela, segundo quem sabia da poda, não se repete.

Falemos antes do voto (f)útil.
O PS está (julgo estar) à rasquinha. Culpa dele ou culpa minha?
Vejamos!
De facto, Passos não poderia ter começado melhor o mandato: Como ontem referi, num vídeo colocado aqui, António Costa propunha em 2011 e à beira do "desaire" de Sócrates, só isto, assim: “Para haver condições de governabilidade em Portugal (...) PS e o PSD devem-se oferecer condições recíprocas de governabilidade, por sistema abstendo-se em instrumentos essenciais de governação […], independentemente dos conteúdos”. E, durante o mandato, o PS foi-se abstendo... sob a batuta de Seguro.
Mas não foi só Costa a abrir-lhe a porta, com Seguro a fazer-lhe a vénia. Mário Soares também foi generoso. Terá sido o seu elogio que desanimou as hostes (e a própria UGT) a hostilizar as politicas do Governo mais à direita dos últimos 40 anos? Não sabemos.
O que sabemos é que é que o PS está (julgo estar) à rasquinha e a culpa não é minha. Ouviu, caro poeta?
(Pensem nisto, amanhã estarei ausente!)