É um absurdo, mas acima de tudo é um perigo. Beneficiando da visibilidade mediática, agregada ao poder, e escolhendo o palco privilegiado da Assembleia da República, que vai ter muita audiência televisiva, nos próximos tempos, este governo, ultrapassando o absurdo e o ridículo da situação, vai, nessa condição, dar início a uma monumental campanha de intoxicação da opinião pública, utilizando todos os meios e recorrendo ao populismo primário e à demagogia, tecnicamente estudada e planeada pela gente do marketing. A comunicação social, inteiramente nas mãos dos grupos económicos ampliará, sem quaisquer escrúpulos de isenção, todos os argumentos da direita. E, nesta guerra, não é de excluir a calculada participação dos dirigentes das instâncias da UE e do FMI, com avisos alarmistas sobre a situação económica e política Portugal, o que vai levar, numa conivência escabrosa, as agências de rating a manipular as informações para os mercado, para que estes aumentem os juros da dívida pública. Vão ser tempos difíceis, que vão exigir muito trabalho de mobilização popular ao governo de esquerda.
O novo governo é como as sementes podres que o camponês teima em semear.
ResponderEliminarUm abraço
Nem sei que comentar perante tal absurdo.
ResponderEliminarUm beijinho
Fê
Cadáveres adiados
ResponderEliminarÉ um absurdo, mas acima de tudo é um perigo. Beneficiando da visibilidade mediática, agregada ao poder, e escolhendo o palco privilegiado da Assembleia da República, que vai ter muita audiência televisiva, nos próximos tempos, este governo, ultrapassando o absurdo e o ridículo da situação, vai, nessa condição, dar início a uma monumental campanha de intoxicação da opinião pública, utilizando todos os meios e recorrendo ao populismo primário e à demagogia, tecnicamente estudada e planeada pela gente do marketing. A comunicação social, inteiramente nas mãos dos grupos económicos ampliará, sem quaisquer escrúpulos de isenção, todos os argumentos da direita. E, nesta guerra, não é de excluir a calculada participação dos dirigentes das instâncias da UE e do FMI, com avisos alarmistas sobre a situação económica e política Portugal, o que vai levar, numa conivência escabrosa, as agências de rating a manipular as informações para os mercado, para que estes aumentem os juros da dívida pública.
ResponderEliminarVão ser tempos difíceis, que vão exigir muito trabalho de mobilização popular ao governo de esquerda.