14 abril, 2016

Manuel Veiga, poeta, herético


«...Esta poesia não é para ser cantada mas deve ser lida em voz alta, na esperança de sermos livres, eternos, por um instante, nas "paisagens em alvoroço".
Este "do esplendor das coisas possíveis" segue um registo de forma e conteúdo que identifica o Poeta e o Homem.
Se me lessem um poema seu sem identificar o autor, eu diria sem pestanejar - é do Manuel Veiga.»

Aproveito para lembrar, por palavras minhas, o comentário do Manuel à minha confessada falta de inspiração para o poema: "É fácil! Pegas nas palavras durante a tua vida adubadas, desenrascas umas quantas metáforas, juntas-lhe desassossego ou esperança, conforme o caso, e está feito!"