21 agosto, 2014

Brasil, nação filha. Brasileiro, povo irmão... Práticas semelhantes de manipulação...

Titulo repetido de um post muito antigo, este

Em dias consecutivos (18 e 19 de Agosto) o DN dedicou a Marina Silva dois artigos. Num deles com chamada de primeira página e onde, sob uma foto sorridente, uma legenda destacava: "Marina, a mulher que veio assombrar o favoritismo de Dilma". O adjectivo seria mais adequado a outra assombração, a da manipulação da imprensa a impor, em clima de dor, uma cara.
Tal manipulação não é, cá e lá, coisa rara. 
Cá a nossa imprensa é useira e vezeira em impor quem quiser impor. Lá, ainda o corpo não tinha entrado na "câmara ardente" e já a "Folha de São Paulo" publicava uma sondagem. Paulo Henrique Amorim, do "Conversa Afiada" (meu blogue-pai) chamou-lhe abutre, pois a pesquisa foi realizada ainda durante a recuperação do corpo de Eduardo Campos, no local do acidente... sordidez indecente!

Sordidez indecente é (também) ver Marina debruçada na urna... sorridente. Isso o DN não mostrou!


9 comentários:

Graça Sampaio disse...

Ai este jornalismo!!...

Rosa dos Ventos disse...

Chocante!

Agostinho disse...

É por estas e por outras que as pessoas deixaram de acreditar.

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Não li os artigos do DN mas, lá como cá, há imprensa boa e má.
Gosto da Marina Silva, mas preferia Eduardo Campos, pelas provas dadas como governador de Pernambuco.

Maria Eu disse...

Abutres, os manipuladores e os que instigam a manipulação!

Beijinhos Marianos, Rogério!

MARILENE disse...

Tudo que os políticos pensam possa lhes angariar votos, abraçam, ainda que a situação seja a que mostrou, uma tragédia. E emoção não pode orientar eleitores.
No caso, o respeito que se espera ficou prejudicado, e as discussões foram totalmente inoportunas. Abraço.

Majo disse...

~
~ ~ Mas esta falta de ética no jornalismo, é quase universal.

~ ~ Estou sempre ao lado de Marina Silva que me merece a maior admiração e respeito.

~ ~ As imagens parecem-nos chocantes, apesar de sabermos que, nalgumas regiões do Brasil, por hábito, recordam-se passagens cómicas e hilariantes da vida do defunto para o celebrar e acompanhar no "velório":

~ ~ Repugnante manipulação!

luís rodrigues coelho Coelho disse...

As politicas são cada dia mais torpes e o jornalismo perdeu independência.Subjuga-se ao poder político e pior ainda serve-o de bandeja e de terno especial.

As notícias são tomadas a favor dos poderosos mas nunca contra eles.
Os acidentes são apenas acidentes.
Coitado de quem parte.

Ana Tapadas disse...

É uma pena que os jornalistas não percebam a relevância do seu papel na sociedade da informação (que não temos). Está tudo ao nível da sordidez.
Pobre de quem parte...
Bjs