15 agosto, 2018

Serviço Militar Obrigatório, a outra face da mesma questão!

Diz o meu Partido
«A política de Defesa Nacional e as Forças Armadas mantém as amarras ao projecto de militarização da UE e aos interesses estratégicos da NATO, subalternizando a missão constitucional das Forças Armadas, de defesa da soberania e da independência nacionais, privilegiando as missões internacionais e de participação em forças multinacionais, num processo em que o aumento da nossa inserção e participação externa aumenta o nível de degradação das capacidades e condições no plano nacional, nomeadamente ao nível do pessoal, do armamento e equipamento, e da resultante operacional.
No fundo, trata-se de uma inversão de prioridades, em que as necessidades de financiamento decorrentes do envolvimento externo do País e das Forças Armadas têm prioridade face à necessidade de investimento na capacidade militar nacional, ao nível dos meios humanos e materiais, para o exercício da soberania em todo o território nacional.»

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