10 novembro, 2019

Sermão dominical, palavra da Rita - 2 (A Biblia, esse manual de maus costumes)


Não lembraria ao Diabo, falar na Bíblia sem citar Saramago. Rita fundamenta e detalha porque considerava Saramago ser a Bíblia um livro que não se pode deixar nas mãos de qualquer adolescente...

E porque trago a Rita a falar disto? 
Pode lá haver sermão se não falarmos em escrituras?...

5 comentários:

ematejoca disse...

Prescindo das Gretas e das Ritas‼
Não prescindo das histórias de maus costumes do Testamento Velho‼

Rosa dos Ventos disse...

A Bíblia tem boas e más histórias, apresenta o Bem e o Mal.
Também José Régio nos falou de Deus e do Diabo!

Abraço

Larissa Santos disse...

Muito bom :))

Hoje-:-Somos a base que nos eleva, somos emoção

Bjos
Votos de uma óptima Segunda - Feira.

ematejoca disse...

Prefiro as histórias cruéis e um deus cruel e desumano como nos é apresentado no VELHO TESTAMENTO. Adoro a história de JOSÉ E OS SEUS IRMÃOS 🌚

Fernando Ribeiro disse...

Já li a Bíblia de fio a pavio umas três ou quatro vezes, incluindo a fastidiosa sucessão de gerações das tribos judaicas contida nos livros das Crónicas, no Velho Testamento.

A Bíblia é um conjunto de livros e documentos extremamente desiguais. Uns são discutíveis, outros são chatos e outros são sublimes. Permito-me destacar e recomendar a leitura dos seguintes:

- Cântico dos Cânticos, cuja autoria é atribuída ao rei Salomão, que é, na minha opinião, um belíssimo poema de amor, incluindo o amor físico;

- Livro dos Salmos, escrito pelo rei David, que, apesar do seu misticismo, é uma maravilha, mesmo para um não-crente como eu;

- Apocalipse, escrito pelo apóstolo João, também chamado S. João Evangelista, que considero ser a maior obra-prima da literatura fantástica de todos os tempos.

Os Evangelhos, que relatam a vida de Cristo, também são muito interessantes, sobretudo o de João, o já referido Evangelista. Já as Epístolas são de evitar. São discutivelmente doutrinárias, tendo servido de suporte ideológico a práticas pouco recomendáveis cometidas em nome da Igreja ao longo dos tempos.