13 janeiro, 2018
4º Congresso dos Jornalistas - Faz hoje um ano, ocorria o 2º dia...
12 janeiro, 2018
Jornalismo? O qu´é qu´é isso?
Em 12 de Janeiro do ano passado deu-se a abertura do 4º Congresso dos Jornalistas Portugueses. Segui-o dia-a-dia e foi como se lá estivesse estado. Passado um ano, qual é o saldo? Depois das conclusões, como terá sido o seguimento às recomendações? Vejamos o balanço possível:
Sobre o impacto dos vídeos que então selecionei escrevia eu há um ano atrás:
«Não sei ao certo quantos jornalistas haverá, nem quantos foram os que passaram por lá, os que intervieram e o que disseram.
O que me inquieta nem é tanto o que por lá foi dito, mas o pouco interesse que o público leitor lhe dedicou. O que me inquieta é a pouca solidariedade de classe...
Vejam só, para uma amostragem desses quatro vídeos editados no youtube, o que elejo, tinha (às 2h30 do dia 17 de Janeiro) apenas 83 visualizações (e os outros vídeos não estavam melhor, antes pelo contrário).»
- O vídeo que fora visto 83 vezes, tem hoje um acumulado de 196 visualizações
- O que fora mais visto tem hoje menos de um milhar de visualizações
- E aos "jornalistas de referência", ninguém lhes ligou uma peva
12 janeiro, 2024
SERÁ QUE O JORNALISMO TEME OS JORNALISTAS?
31 maio, 2019
Razões para uma tão elevada abstenção - III (O 4º poder corrói os pilares da Democracia?)
Primeiro que nada a resposta à pergunta em título:
O 4º poder corrói os pilares da Democracia?
Corrói sim!
«Agora com mais calma. Não querendo ser abusivo. Peço o favor de considerarem friamente. Ligo a televisão e sob um debate político correm em rodapé notícias sobre futebol. No rescaldo das eleições, as televisões oferecem debates do mundo futebolista sobre fulano que não cumprimentou Beltrano. O jogo da bola, omnipresente, foi promovido a primeiro plano do interesse nacional.» Mário de Carvalho, aqui
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| Se antes a televisão manipulava pelas imagens, hoje distorce a realidade pela narrativa... e o "euísmo" substituiu a "achismo", né? |
23 janeiro, 2017
“Eu cá não sou de vinganças, mas quem mas fizer paga-mas!”
14 agosto, 2020
O "Público" detesta grupúsculos mas adora o "Chega"
«Os grupúsculos de extrema-direita que se alimentam do ódio nas redes sociais tiveram um dia em cheio: o país que volta a assistir a um preocupante número de casos de covid-19, ou que enfrenta a maior crise económica da sua história recente, colocou os seus maiores dramas entre parêntesis para discutir as suas ameaças, a sua existência e o seu protagonismo.»
A imagem (que já deu que bradar) e o texto acima são da mesma edição do "Público", com a data de hoje.
É excessivo, talvez até errado, o meu título. Resultado de estar atónito.
É que lido o editorial nada fazia pensar que, ao fim ao cabo, o jornal coloca entre parêntesis os nossos maiores dramas* e vem dando, dia sim dia sim, espaço ao Chega até dizer chega! Frequentemente de página inteira!
Ao André Ventura e a Rui Rio, dá-se quase igual cobertura já que o seu entendimento se vislumbra... Talvez não exista sintonia perfeita entre aqueles dois, mas, por exemplo o que Rio diz da Festa do Avante, André fica com inveja de não ter sido ele a dizê-lo, e vice-versa!
Aguardo, com impaciência, a data em que seja marcado o 5º Congresso dos Jornalistas... o do passado, o 4º, já deixava antever que iríamos chegar ao ponto a que chegámos...
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*Drama: os recursos do SNS (a minha Teresa, com quase 15 dias de internamento, só tem marcada a mamografia para dia 24... )







