21 maio, 2018

In memoriam: António Arnaut (1936-2018)

(...) Eu sou o autor da lei que criou o Serviço Nacional de Saúde, mas se a lei tem progenitor, tem sobretudo a mãe. A mãe é que conta e a mãe é a Constituição. Se ela só tivesse o pai há muito tempo que tinha sido revogada e o Serviço Nacional de Saúde destruído. O que lhe tem valido, o que a tem amparado neste percurso acidentado de quase 40 anos é a Constituição da República.(...)
António Arnaut
Não é só a humildade do reconhecimento, saliento a importância dos claros avisos que nos foi deixando. Inclino-me em sua memória, no respeito pelo seu pensamento.