02 maio, 2018

Afinal, o Professor João Caraça soube gerir o tempo


Contrariamente ao meu receio, o Professor João Caraça, soube gerir o tempo. Não é fácil, mesmo atendendo à experiência, há o fator emoção. É que falar de um pai, como Bento de Jesus Caraça, seria de esperar que não se contivesse e fosse por aí fora...


... ouvi-o entre a assistência atenta. Atenta e diversa, entre autarcas, "capitães de Abril", responsáveis de associações e da imprensa local, alunos do ensino de adultos do Centro Qualifica... todos, todos, ali, ouvindo falar sobre um "Desenhador Sonhos"...


No fim aplaudimo-nos. Foi memorável. 
E sabem que mais? Nem um espirro, nem um acesso de tosse, nem uma só assoadela. 

Ontem fiquei em casa, perdi um 1º de Maio, mas ganhei este conforto em ter proporcionado o conhecimento sobre um Homem notável, sobre um meu camarada.

À despedida, comovida, prometi ao nosso convidado fotos e textos. Mas isso farei noutro lugar. Naquele espaço dos "Desenhadores de Sonhos"!


8 comentários:

Elvira Carvalho disse...

Que bom que está melhor, e que tudo correu a contento. Gostei de saber e de ver as fotos.
Abraço

Maria João Brito de Sousa disse...

Cumpriste a promessa de contar, de me mostrar como foi. Por isso te agradeço, Rogério.

O meu sempre forte abraço.

Anónimo disse...

Quando será que os Seres Humanos passam a acreditar no Poder das suas próprias acções, em vez das contínuas divisões a que estão, continuamente, a ser programados.
Homens Bons não se podem deixar dividir por "caixinhas", pois só assim, serão derrotados.

https://socioecohistory.wordpress.com/2014/07/26/flashback-1988-get-ready-for-a-world-currency-by-2018%E2%80%B3-the-economist-magazine/

Basta ver a imagem da capa da Revista The Economist de 1988 para ver uma Verdade de La Palisse:

"Right and Left, the two wings of the same Ugly Bird" - G. Edward Griffin

Mafalda

Maria João Brito de Sousa disse...

A mim não me basta a capa do The Economist de 1988, mas teve alguma utilidade, obrigada.

Rogerio G. V. Pereira disse...

Todos gostámos de saber, Elvira. O Professor João Caraça ganhou a sala

E eu voltei ao pingo-no-nariz...

Rogerio G. V. Pereira disse...

Obrigado, Maria João.

Obrigado também pela tua resposta à Mafalda.
É que eu não posso.
Tô rouco

jorjorbeth disse...

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Anónimo disse...

Maria João

Nem para si nem para ninguém chegará a capa do The Economist de 1988, no mínimo e Só para começar, teria de recuar na História até 23 Dezembro de 1913, para compreender como a partir daí e, a nível global, fomos programados para a divisão (com a mentira de "união", "fraternidade", "Liberdade"... pilhas e pilhas de enganos e mentiras), fomentando apenas o consumismo, ganância, inveja, desligar Consciências e, fundamentalmente, para nos pormos uns contra os outros e a Lista seria infindável com os respectivos factos.

Quando pomos de lado a nossa Consciência Moral ou a entregamos ao Sistema, ele passa a programar a nossa conduta, nossas escolhas, nos diz o que é certo ou errado, nos obriga a escolher entre "limões, duriões ou limas", quando poderíamos preferir "maçãs" mas, essas não constam do "cabaz" e, se ainda não reparou que não temos poder nenhum sobre o que é posto nesse "cabaz", para rematar o serviço, nem os que escolhemos para o Parlamento Europeu podem propor ou vetar leis. Quando alguém não quer ver a Realidade, bem diz o velho ditado popular "o maior cego é aquele que não quer ver". No entanto, para alguns, é confortável e mais vantajoso a nível individual, abdicar da sua própria responsabilidade e pô-la na mão de meia dúzia que nunca imaginaram, no seu papel de criados da tal elite internacional, virem a ter tanto Poder e afagos nos Egos. Por outro lado, também temos os que colaboram por simples ignorância de como foi criado e como funciona o Sistema. Digamos que quem trabalha numa Corporação, os únicos que sabem tudo será uma meia dúzia no topo e as ordens vão descendo e, à medida que descem, como cada nível só sabe o que convém saber, acaba por ninguém perceber o verdadeiro objectivo daqueles que estão no Topo, os únicos com acesso ao guião completo e, há muito que controlam o que eles próprios criaram "the two wings of the same ugly bird"

Este sistema pôs uma elite que nem sequer mora cá, cada vez com mais riqueza a nível global e, o pior, com mais Poder para controlar a partir de cima.
Ao lutarmos cá em baixo pelas migalhas, em vez de nos vermos como seres humanos Iguais, entrámos, precisamente, no caminho que nos enfraquece.

Gostaria muito de lhe fazer uma pergunta:
A sua Consciência Moral permitiria ir tirar algo a um amigo sem a sua autorização (roubar) para a ir dar a outro amigo?

Se achar isso normal, lhe garanto que tem a programação concluída.
No entanto, nem me surpreende porque a grande maioria, nem sequer sabe a diferença entre uma República e uma Democracia e, têm feito de tudo para pensarmos ser tudo a mesma coisa e, só falta rematar, alterando a Constituição e, lhe garanto, quem tem dinheiro, mais do que suficiente, para poder comprar tudo e todas as "marionetas" necessárias aos seus objectivos, pode crer que, cá em baixo, as divisões vão resultar na perfeição.
No entanto, compreendo a dificuldade em acreditar que Nada é o que julgamos ser porque, eu passei por essa fase e Ninguém quer aceitar o facto de poder ter sido enganado.
Para evitar Dissonância Cognitiva, há quem nem queira saber nada mas, também podemos escolher o caminho, mais difícil e solitário que é ir investigar, tomando o remédio amargo da realidade que, como qualquer remédio, as doses nunca são iguais para todos.

Aquela notícia do fim do prazo para trocar as notas de 500$00 antigas e, a alguns, só diz isso mas, a verdade simplificada: entregar o dinheiro que valia o seu equivalente em ouro, por papeis que representam apenas Dívida, razão dos Bancos poderem fazer com ele o que quiserem, até ficar com todos os "papelinhos pintados" que até deram o nome bonitinho de bail-in e, ainda, pedir mais pagamento aos escravos, respectivos filhos, netos e, "pelo andar da carruagem"... para toda a eternidade.
Como se tudo isto não bastasse, há muito mais a caminho e, aqui, talvez aprender, à força, de quem, realmente, precisamos... uns dos outros e não de falsos ou fictícios representantes.
Mafalda