20 maio, 2013

Conselho de Estado. E se, por absurdo, acontecesse...


Começou há poucos minutos... e durará até às tantas

Na sua composição, o Conselho representa o centrão. Se, por absurdo, o Presidente dissolvesse o Conselho de Estado na sequência deste o ter a aconselhado a que se demitisse abrir-se-ia uma crise nesta "democracia".  Esta implodiria. Não será possível esperar isso, mas é isso o que todos os portugueses passaram a esperar. Esperam um absurdo? Claro que não, tal há-de acontecer mas não numa só reunião... Acontecerá lentamente. Se não assim, de um modo diferente... É que toda aquela gente ali reunida tende a representar apenas 10,8 % dos anseios manifestados em "que se pague a dívida", honrando os seus (deles) compromissos. Dos outros, mais de 80% querem ver a troika sair porta a fora...

Estão todos reunidos, representantes dos partidos que assinaram o "acordo", em choque com os 47,8% de portugueses que consideram que o acordo não devia ter sido assinado. É verdade que se trata apenas de uma sondagem, mas é por isso que se ouvirá na rua: "a luta continua!"