02 março, 2013

O rio "2 de Março" irá dar a uma foz, com a mesma voz (a entoar a canção que temos no coração)


O 4º poder não deixa de exercer a pressão conhecida. Esconde e omite rios, descobre e ostenta outros. Só fala dos que omite para colocar em destaque os que mostra. É uma regra de manipulação. Desta vez hesitou entre salientar o risco de águas misturadas e assustar as margens com a violência das águas, para finalmente optar pelo que tem sempre feito: dizer serem fortes os que terão fontes difusas (inorgânicas), são inconsequêntes os que nascem em conhecidas nascentes (os partidos e a organização sindical). Logo o helicóptero andará no ar e muito o 4º poder falará sobre o acontecido, mas ficará com o discurso dividido: os rios se juntam na foz da canção que nos está no coração. Terá razão quem não há muito escreveu: