11 março, 2013

José Gil e os valores que nos podem fazer saír da adversidade

Quando em miúdo lia histórias cultivando valores em textos claros e simples, sempre tive a percepção que a vida é mais complicada que a simplicidade que me estava sendo dada. Fui sabendo que haveria quem mais tarde ligasse esses valores ao pensamento sobre o que é isto de sermos sociedade. Foi assim com um montão de histórias e contos populares. Ocorre-me, por exemplo, que os valores do trabalho, em contraponto com a ausência deles, me foi dado pelos "Dez anõezinhos da tia Verde Água" e que os valores da unidade os encontrei na ontem citada "Parábola dos sete vimes".
 
Podem dizer-me que o filósofo (ou politólogo?) tem razão em dizer que "aquilo que é solto" é que assusta o (des)governo, mas à luz dos valores que aprendi temos é que responder com a unidade a que se refere a história...

Pode o proeminente filósofo ser um grande pensador, mas não tem os meus valores... pudesse ele reinventar-nos a flauta, aquela que nos faz tanta falta em vez de pretender reinventar a Democracia. É que esta, não está provado que não nos sirva. O que é preciso é discuti-la. Discuti-la e correr com a rataria.