14 outubro, 2013

Medo, medos... (6)

Depois de criança, o medo é o que resta numa mente mal desperta, adormecida, submissa... O medo nunca cresce por dentro, mas é por dentro que tolhe e imobiliza. 
Sair do medo não tem qualquer segredo: frequentemente basta um acto de coragem!
(ontem ao folhear "este livro" tropecei nesta página e nos comentários de amigos)

7 comentários:

O Puma disse...

Contra o medo e a indiferença

lá estaremos na ponte

Maria João Brito de Sousa disse...

Mantenho o que disse; tanto a minha própria sobrevivência quanto a dos meus ideais há muito espantaram essa coisa do medo.

Gosto do teu poema, Rogério... as coisas palpáveis enfrentam-se, de uma maneira geral, muito mais facilmente do que os conceitos e as abstracções que se nos materializam por dentro...


Abraço!

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Os medos são meus inimigos. Por um lado serão bons para não cairmos em erros desnecessários, mas por outro lado não nos deixam livres e limitam-nos os pensamentos - a coragem de ser livres -

Lídia Borges disse...


Se a luta é pela sobrevivência, o medo não faz sentido.

O meu medo é que na base da inércia não seja o medo que tolhe, mas o alheamento, a descrença a (des)vontade.

Ninguém pode ser alheio a tanto distúrbio, tanta incompetência, tanto descaramento...

Um beijo

heretico disse...

há que exorcizar o medo - e ganhar confiança...

abraço

Graça Sampaio disse...

Leu o texto de Gonçalo M. Tavares sobre o medo na TV Magazine do DN do passado domingo? Está muito interessante e dá uma perspetiva diferente do medo. Ou talvez não, sei lá!

jrd disse...

E do medo dos outros que devemos ter medo.

Abraço