24 agosto, 2011

Líbia, apenas uma parte de uma realidade que mais parece um filme de terror (produzido em Hollywood?)

Ontem nem a vizinha do rés-do-chão, nem a dª Esmeralda, nem o Rogérito, nem os amigos que vieram ouvir a conversa, se deram conta do inusitado caso de o link que lá estava ir dar a nada. Népia, zero, branquinho como a cal da parede estava o lugar onde onde o link ia parar. Pela importância da noticia repito-a, até para poder partilhar convosco a esperança de na próxima sexta-feira poderem sair noticias desta reunião que traga algo de novo à situação. Mas trago outras, não são boas e dizem assim:
"... O principal equívoco é tomar a liberdade como uma espécie de estado natural do homem, o que conduz à ideia peregrina de que, derrubado o tirano, a democracia se derrama sobre os cidadãos. A democracia só existe sobre instituições. É este o novo problema da Líbia, país sem Estado, sem sociedade civil, sem partidos e sindicatos. As ameaças são o vazio e o caos. Não há forças com legitimidade e capacidade para governar. Por isso a vitória sobre Khadafi foi ironicamente qualificada de "sucesso catastrófico". Recusar o caos é começar por procurar um consenso entre tribos e regiões e um tipo de poder que a generalidade dos cidadãos aceitem. Não há democracia de dominós."
-----------------------------------------------------------------------------Artigo do "Público", editado no  Suco, Suquinho, Sucodinho
Uma "guerra humanitária" à Síria? Escalada militar. Rumo a uma guerra mais vasta no Médio Oriente-Ásia Central? "Quando retornei ao Pentágono em Novembro de 2001, um dos oficiais militares superiores teve tempo para uma conversa. Sim, ainda estamos em vias de ir contra o Iraque, disse ele. Mas havia mais. Isto estava a ser discutido como parte de um plano de campanha de cinco anos, disse ele, e havia um total de sete países, a principiar pelo Iraque e então a Síria, Líbano, Líbia, Irão, Somália e Sudão". (General Wesley Clark)
--------------------------------------------------------------------------------------------Artigo de Michel Chossudovsky, editado aqui

NOTA: Recomenda-se em particular a leitura deste último documento. Talvez fique a perceber o que se está a passar e, também, a antecipar o que irá acontecer...