11 novembro, 2013

Álvaro Cunhal, ontem

I
As canções lembram raízes, o coro era a harmonia semeada de bandeiras vermelhas e foi-me reforçada a convicção: há mortos que jamais morrerão!
(e o Campo foi Pequeno para acolher os enriquecidos. Os homens nunca se repetem, os exemplos deixados e os valores proclamados, sim! )

II
As imagens que vimos, os corpos que tateamos, as memórias que temos, o cérebro só os processa por meio dessas abstrações nem sempre audíveis que são as palavras. Com elas convencemos e somos convencidos e, para tal, a escrita é a forma mais apurada de a palavra ser usada.
Somos, de facto, verbo. Mas o principio continua a ser o acto, pois é ele que alarga o universo das palavras conhecidas, lhes vai dando sentido, coerência e a garantia de que "o Mundo pula e avança"...
III
"Quem ainda está vivo não diga: nunca
O que é seguro não é seguro
As coisas não continuarão a ser como são"

8 comentários:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Foi bonita a festa, pá!
Nota: eu também estou de acordo com a São, como deve ter percebido pela leitura do post

Rosa dos Ventos disse...

Um Homem que ficará nas páginas da nossa História!
Bela foto!

Fê blue bird disse...


"O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos." e se batem por eles!

Álvaro Cunhal, ontem e sempre!

beijinho

Maria João Brito de Sousa disse...

Grande, a festa! Grande, o camarada Álvaro!


Abraço!

maceta disse...

há gente que merece admiração e que fica...

Lídia Borges disse...


Faz falta acreditar!...

"há mortos que jamais morrerão". Isso há. Acreditemos, então.


Bj.

Lídia Borges disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
jrd disse...

Os que lutam toda a vida e deixam pegada são os imprescindíveis.