05 fevereiro, 2016

O orçamento, a mudança e os meus diálogos com Einstein


Será uma insanidade diferente, expressa pela mesma gente

10 comentários:

Janita disse...

Está muito bem, sim senhor, tem um olhar fortemente perscrutador...

Se Eisntein tinha opinião sobre a insanidade, porque razão não pode o Rogério tê-la e mantê-la?

Aqui para nós, o meu amigo 'dialóga' lindamente...

:)

Rogerio G. V. Pereira disse...

Minha querida amiga
a "gralha" já foi corrigida

Elvira Carvalho disse...

Vamos a ver amigo. Confesso que as minhas esperanças, não são grandes.
Um abraço e bom fim de semana

Rogerio G. V. Pereira disse...

Cara amiga, se não fosse Einstein (e a minha gente)
eu estaria também falho de esperanças.

Quando um dia eu estava mais ou menos como está,
Albert Einstein mandou-me um recado.

Dizia: "estou do teu lado" e escrevia assim:

"É reduzido o número daqueles que vêem com os seus próprios olhos e sentem com o próprio coração. Mas da sua força dependerá que os homens tendam ou não a cair no estado amorfo para onde parece caminhar hoje uma multidão cega.
Quem dera que os povos vissem a tempo, quanto terão de sacrificar da sua liberdade para escapar à luta de todos contra todos! A força da consciência e do espírito internacional demonstrou ser demasiado fraca. Apresenta-se agora superficialmente enfraquecida para consentir a formação de pactos com os mais perigosos inimigos da civilização. Existe, assim, uma espécie de compromisso, criminoso para a Humanidade, embora o considerem como sabedoria política.
Não podemos desesperar dos homens, pois nós próprios somos homens."

disse Albert

Lídia Borges disse...

As partes

Quando o cobertor é curto, ou se cobre a cabeça deixando de fora os pés ou os pés em detrimento da cabeça, sendo que uma das parte sempre sofrerá danos. Cubra-se primeiro a parte que mais frio tem passado nos rigores deste inverno a que nos votaram.

Bom fim-de-semana!

Lídia

São disse...

Pois veremos e o que penso está no meu post mais recente

Bom Carnaval

Rogerio G. V. Pereira disse...

A metáfora do cobertor é bem achada
mas não é do seu comprimento que se trata
ele chegaria
não estivesse de tão mal tratado
todo esfarrapado

em nem deixam cerzi-lo

Rogerio G. V. Pereira disse...

Fui lá
e deixei este comentário:

Não lhes basta a eles
(António Costa e Mário Centeno) boa sorte
terão que ter persistência, firmeza
na coerência de ir fazendo diferente
para que o resultado não seja igual
ao que até aqui tem sido

e só assim se irá consolidando
a unidade necessária

São disse...

E eu concordo tanto que até alterei o final do texto

Rogerio G. V. Pereira disse...

Bem completado... mas eu não deixaria de falar da unidade necessária
sem ela, o Governo não é nada!