06 novembro, 2016

Esquecer Sophia? Eu? Era o que faltava!...

(ora veja aqui)

7 comentários:

AFRODITE disse...

O centenário do seu nascimento está para breve, três anos vão passar a correr.

Eu posso dizer que comecei a ler com Sophia de Mello Breyner... e isso textualmente!
Porque foram dela os meus dois primeiros livros, ainda antes de conhecer o que viria a ser o meu livro da 1ª classe. Foi com as palavras que ela escreveu que eu comecei a conhecer as primeiras letras, e essas letras formavam palavras, as palavras que a minha irmã com alguma paciência lá me lia sempre que eu lhe pedia.

Obrigada por me fazeres lembrar desta doce memória.
Beijinhos

Anónimo disse...

Gostei indizivelmente de reencontrar Sophia na fecundíssima Seara da Lídia...

Um forte abraço, Rogério!


Maria João

Lídia Borges disse...

Inesquecível, de facto. Encontro pessoas de todas as idades que dizem ter sido Sophia, a partir dos contos para a infância, a fazê-los chegar à poesia. Na verdade, os contos para a infância são tão poeticamente construídos que parece não haver, para esta autora, barreiras entre prosa e poesia. Pena que hoje a literatura para criança tenha de ter, cada vez, menos palavras para não "cansar" os meninos.

Obrigada!

Bj.

Rogerio G. V. Pereira disse...

Quem assim aprendeu
também não a esqueceu

Rogerio G. V. Pereira disse...

O vídeo editado no seu espaço diz tanto...

Rogerio G. V. Pereira disse...

É curioso, meus netos não pegam em livros que tenham apenas bonecos...

Elvira Carvalho disse...

Só quem nunca leu Sophia a poderá esquecer, pois para esses ela não passará de um nome.