17 maio, 2015

"Celebrar a vitória, defender a Paz" e o que lá se disse entre o muito que se foi dizendo...


Não cabe neste espaço, onde muitos são os que passam com passo apressado, entrar nos detalhes, descrever o que foi ouvido, a não ser no seu sentido. Na sala, quase cheia, os lugares foram ocupados depois de inaugurada a exposição, guiada por quem a montara. Os antecedentes da primeira guerra, a primeira guerra, o que acontecera até à segunda, esta, e o que a ela se seguiu, foram a introdução do que ouviria a seguir, depois de passado o vídeo.
Do que foi dito, registo, avulso, vaticínios e alertas:
  • Têm-se reforçado, na Europa, os movimentos para a Paz. Na Irlanda, o Sinn Fèin tem tomado várias iniciativas, algumas com o apoio do Partido Socialista... não se admirem se, das próximas eleições, vier a resultar um governo do Sinn Féin;
  • Na Bélgica a policia foi substituída pelo exército, está implantado o medo e a teoria do inimigo interno. O Governo Belga nega o arsenal atómico, mas faz substituir os F16 por caças que podem transportar ogivas nucleares e planeia investimento em naves que permitem o abastecimento aéreo permitindo-lhe alcançar Moscovo;
  • A queda do Muro levou ao fim da "Guerra Fria", e, com o fim desta, iniciou-se a "guerra quente" com os conflitos generalizados. Depois da Jugoslávia, o Iraque, o Egipto, a Líbia, a Síria e, a máquina dos Estados Unidos fabrica, a partir desta, o Estado Islâmico... Se a 3ª Guerra Mundial já não começou, o que é que falta a partir do apoio dado ao estado nazi-fascista da Ucrânia? 
Se e quando a bem documentada intervenção de Rui Namorado Rosa ficar disponível, voltarei a falar desta sessão, até lá convido-os a visitar o site.     



Estive lá... e deu-me confiança ter estado! Confiança e esperança!