14 maio, 2015

Sampaio da Nóvoa e o "padrinho"

José Barata Moura, apadrinhou o novo Doutor da UAlg, Sampaio da Nóvoa.
Do "padrinho" tenho escrito, não muito, mas o suficiente para que se retire por conclusão se tratar de boa gente. Boa gente e animada, desde tempos idos em que estimulava as refeições da gente miúda cá de casa fazendo com que a minha João comesse mesmo a papa.
De Sampaio da Nóvoa, nem falo pois considero, para já, assunto arrumado. E se guardo os discursos de um e de outro é apenas para ir conferindo o que irei, ao longo do tempo, vendo e ouvindo. O que farei? Logo se verá!
E se alguém, maldoso, quiser colocar na pena deste escrevente entendimentos dúbios, desde já declaro que o uso da expressão "padrinho" foi assim comentada pelo próprio:
«Começo – desmanchando a protocolaridade destes actos grandes – por uma pequena declaração de interesses:
Não gosto – nada mesmo – de me ver na farpela de «padrinho».
Sobra-me, no perdigoto, a falta de jeito na calçadeira, para fazer com que o pé encaixado na bota bata.
Ademais, entendo que - na dispensação de uma honra - prima o merecimento endógeno daquele a quem ela é conferida.
Atestados de excelsitude avulsa, benzeduras de padroeiro, patrocínios de tutela – relevam das proclamas do perfunctório.
Um ser humano vale pelo que é. Pelo que fez, e pelo que faz. Pela feição em que acomete as fronteiras do fronteiro. (...)»