15 maio, 2015

O bulliyng e o contexto que o promove...


Quando, há cerca de um ano afirmei que "somos a mãe que tivemos". Soou, então, um magote de vozes discordantes às quais me viria a associar nos comentários com um reconhecimento meu: "A discordância é o caminho mais curto para a descoberta de novas verdades... Querer um filho, não tem o mesmo significado de querer ser mãe... ser mãe é sabedoria de mulher, que nem toda a mulher quer..."
"A mão que embala o berço governa o mundo" é uma simplificação. O que somos, de facto, resulta de um contexto bem mais complexo e das circunstâncias que o determinam. Diria, que somos, primeiro, os pais que tivemos. Mas somos, também, a escola que vamos aceitando, a TV que sintonizamos, os partidos em que votamos... e, repito, o que tanto tenho dito: "se as circunstâncias são desumanas, humanizemos as circunstâncias"

(dedico este post à Joana C. Silva)