01 março, 2018

Como Nossos Pais


Quando confiamos cegamente na tecnologia é aí, precisamente, que acontece ela falhar. Sem fotos do ritual familiar, deu para seguir a festa com outro olhar. E dei por mim a dar conta dos gestos, dos sorrisos, dos afectos repetitivos. 

Acontece assim, ano após ano e não me queixo.
É que é preciso que algo não mude, quando chegar o (desejado) dia em que tudo seja diferente.

4 comentários:

Maria João Brito de Sousa disse...

Quando chegar o dia em que tudo seja diferente, todos nós descobriremos que continuamos a ser humanos...

Está linda entre as flores, a tua Teresa :)

Abraço

Anónimo disse...

Não é a Teresa...é a filha mai-velha.

Parabéns e um beijo para ela, neste seu dia.

Passei e volto para o meu pousio.

Abraço, Rogério! :)

Janita

Rogerio G. V. Pereira disse...

Nenhuma acertou
Nem é a Teresa
Nem a João

ela é a minha-do-meio

Estão aqui todas
para tira-teimas

https://conversavinagrada.blogspot.pt/2015/02/setenta-tenta-e-foi-festa.html

Elvira Carvalho disse...

Não sei se é a mãe se a filha, elas são todas lindas,
E um homem que tem assim três mulheres é um felizardo.
Abraço