23 janeiro, 2019

Nesta minha reflexão sobre o "desporto", preocupa-me a educação do meu Diogo...


Depois daquele jogo, preocupa-me a educação do meu Diogo. É que o puto, na sua sã inocência, pensa no que pensa, mas a realidade desmente o seu pensar. Eu, por mim, tentarei transmitir-lhe a mensagem de sempre...


Ah!, e outra coisa:

«O que há de característico e fundamental no desporto é, justamente, o que define e caracteriza a sociedade em que ele se realiza»

Prof. José Esteves,
in "O Desporto e as Estruturas Sociais" - 1967,

12 comentários:

Maria João Brito de Sousa disse...

Não a terá - à tal importância... - para mim, se tão só me remeter àquilo que muito directamente me diz respeito, mas nunca tomo essa posição e ainda que pouquíssimo saiba sobre a matéria, vejo que move massas. E move massas em todas as conotações atribuíveis à palavra.

Quando e onde se hesita entre ir votar e ir "ao jogo", preocupa-me o futuro de todos os diogos deste mundo. Quando e onde se trocam pontapés por milhões de euros, deixo de acreditar que alguém acredite que isso não tem importância nenhuma. E como nunca chego a conclusões sem antes ter meditado maduramente sobre os assuntos em causa, fico à espera do teu contraditório, Rogério.

Abraço.

São disse...

O futebol, actualmente, não é desporto , é um jogo de interesses e muito mau modelo de comportamento a todos os níveis .


Bom resto de semana

Elvira Carvalho disse...

Depende daquilo que a pessoa pretende para a sua vida futura, Rogério. O desporto não terá nenhuma importância para mim, mas se meu neto (por enquanto estou livre disso, só tenho uma neta, que não se interessa pelo desporto. Disse que por enquanto, porque vem outro a caminho), se meu neto sonha e pretende que a sua vida adulta esteja ligada ao desporto, seja de que modalidade for, decerto para ele será das coisas mais importantes da vida.
Abraço

ematejoca disse...

Se a minha família não me transmitisse tantas mensagens, vivia agora em Portugal e não precisava de gramar o inverno alemão. Embora eu soubesse, que as mensagens transmitidas eram porque queriam tudo de bem para mim, pensei que só tinha uma vida e que essa vida era minha e eu é que decidia o que queria fazer.

O teu neto ainda é muito novo para tomar decisões, mas quando crescer, tem de ser ele a decidir o rumo da sua vida, porque é a vida dele e não a tua.

O Puma disse...

Encarnado e de vermelho o menino está no bom caminho
Abraço

Rogerio G. V. Pereira disse...

Caros amigos
Queridas amigas

A questão posta tem unicamente a ver
com a confusão entre negócio e desporto
daí, a minha preocupação com o Diogo

A questão também tem a ver com a verdade
desportiva. Num jogo quem fica a ganhar
é decidido pelo VAR

Quero dizer
Quem não está a jogar
é que decide
quem vai vencer

(algum de vós viu o mini-vídeo?)


Rogerio G. V. Pereira disse...

Ematejoca,

Teu comentário, mil vezes li
e nada percebi
do que lá li

Maria João Brito de Sousa disse...

O teu mini-vídeo a brindar, no restaurante? Sim, vi-o.

As palavras que deixei acima também têm a ver com a confusão entre negócio e desporto, claro.

ematejoca disse...

O que eu queria dizer é que as inúmeras mensagens | inúmeros conselhos da minha família é que me levou a afastar de Portugal.

Se o teu neto quiser ser mais tarde profissional de futebol, a decisão é dele, e as mensagens transmitidas vai deità-las no caixote do lixo.

O inferno 😈 está repleto de familiares a transmitir mensagens com as melhores intenções.

Compreendes agora o que eu te quero dizer, Rogério???

Rogerio G. V. Pereira disse...

Ematejoca,

O meu Diogo não visita o meu espaço...
e
sempre lhe vou dizendo
faz o que eu faço
e não ligues muito
ao que te digo

Clara disse...


Vi o vídeo, claro, e já conheço essa tua frase há já algum tempo.
Concordo com ela porque nem eu nem ninguém a mim ligado directamente faz do futebol a sua vida profissional. Esses, mais os que do futebol tiram dividendos de todas as formas e feitios, é que decerto não concordarão contigo.
Mas o teu neto está certo... à escala dele em que apenas joga à bola por prazer.

Do pouquíssimo que sei e vejo a acontecer no futebol português, quando introduziram o VAR achei que iam finalmente acabar as contendas e as guerras contra a arbitragem, que o juiz em campo iria finalmente poder ser justo!
Pelos vistos enganei-me!

Beijinhos arsenalistas
(^^)

Rogerio G. V. Pereira disse...

Viste o vídeo, claro
Mal fosse que a Clara
assim não visse
o vídeo

Mas o meu neto, tal como dizes, está certo... à escala dele apenas joga à bola por prazer.

Depois será, o que ele escolher

(Biólogo?
Até aposto)