29 novembro, 2024
01 novembro, 2023
O ORGULHO E ATÉ CERTA VAIDADE DE SER O VELHO QUE SOU
08 abril, 2023
E VAI-SE APERTANDO O CERCO A TUDO QUE AQUI PONHO E ESCREVO...
É verdade vai-se apertando o cerco a tudo que aqui ponho e escrevo! A blogosfera entrou em conluio com as redes sociais: nada do meu blogue entrava diretamente na minha página do Facebook já há muito que assim era... agora, recentemente, o blogger impede-me de comentar (quase) toda a gente amiga. Até na minha própria página estou impedido de o fazer... uma lástima, podem crer.
E como se tal não bastasse, agora até me censuram publicações. Ah pois!
O blogger não aceita que me confesse um "desenhador de sonhos" nem qualquer referência aos "cravos que Abril abriu" nem outras referências aos meus atos de cidadania.
Não acreditam? Querem a prova? Ora vejam...
21 outubro, 2021
TUDO COMEÇOU NO "O MONSTRO"...
De há muito, documento tudo em que me meto ou para que sou convidado. Por vezes, quase sempre, basta uma foto. Noutras, pela importância ou pela data, faço vídeo. "O Monstro" foi o primeiro desde que o meu "Conversa" existe... desde aí não mais parei.
Neste meu perfil de bloguer, foram 137 as produções. Como "desenhador de sonhos", mais 52 vídeos produzidos. Como membro da CPPME, mais 23 e depois mais 6. Com o perfil da CDU, criado há poucos meses, mais 10.
Tudo somado dá 228, é obra!
E se considerarmos que eu ando metido em tudo isso... sou mesmo um monstro!
11 dezembro, 2020
Eu, um desenhador de sonhos, em luta contra os pesadelos...
«O senhor Ministro da Economia encontrou-se com a delegação da CPPME que esteve numa Concentração para serem recebidos hoje no Ministério da Economia.Foi agendada a reunião para a próxima segunda feira no Ministério.A Concentração convocada pela CPPME, resultava da falta de resposta a um pedido de audiência com carater de urgência pedido a 15 de novembro, face ao crescente descontentamento que se vem a verificar, perante o agravamento da situação em que a maioria dos setores empresariais constituídos por Micro, Pequenas e Médias Empresas estão a viver, com o inevitável efeito dominó na economia nacional.»
Sou um "desenhador de sonhos" mas também luto contra os pesadelos que hoje assolam milhares e milhares de pequenos empresários a braços com a sobrevivência.
Agora, passo a palavra ao meu Presidente (entrevista à Agência Lusa)
21 março, 2020
"A partir de amanhã, seja uma pessoa feliz"
APROVEITANDO O ENSEJO...Sonhar
Mais um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite improvável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo
Cravar esse chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chãoChico Buarque
01 janeiro, 2020
ONU, ONU, para que nos serves tu? - IV
Se a ONU servisse para alguma coisa a NATO não serviria para nada.
Se a ONU servisse para alguma coisa, o Guterres não deixaria de falar da CARTA UNIVERSAL DOS DEVERES DAS PESSOAS que há tempos divulguei, na qualidade de Desenhador de Sonhos e da qual me lembro de ter citado este bocado:
«A proliferação dos direitos atribuídos deu origem a uma interpretação errónea por parte dos cidadãos. Muitas pessoas entenderam que, no usufruto desses direitos, não estão implícitos obrigações e deveres. É como se se acreditasse que os indivíduos adquirem o direito a crescer e a desenvolver-se sem assumir responsabilidade alguma para consigo próprios, para com o seu semelhante, para com o meio ambiente que os rodeia ou para com o Estado. É absolutamente essencial pensar-se o mundo dos direitos em sintonia com o mundo dos deveres e em mútua correspondência.»
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20 novembro, 2019
"Tio Vânia" o último trabalho de Armando Caldas
E aqui deixo imagens e palavras de quem lhe queria (quer) bem...
24 março, 2019
Dominical liturgia [citando Sophia] - 10
Desta vez desenhámos versos, e foram tantos. Nesta liturgia não me coube a mim citar Sophia mas foram muitos o que o fizeram. Na impossibilidade de registar tudo, fica o que disseram de Sophia os nossos convidados
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| Manuel Diogo e Domingos Lobo, o autor do texto |
LEMBRAR SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN
«A moral do poema não depende de nenhum código, de nenhuma lei, de nenhum programa que lhe seja exterior, mas, porque é uma realidade vivida, integra-se no tempo vivido. E o tempo em que vivemos é o tempo de uma profunda tomada de consciência. Depois de tantos séculos de pecado burguês a nossa época rejeita a herança do pecado organizado. Não aceitamos a fatalidade do mal. Como Antígona a poesia do nosso tempo diz: «Eu sou aquela que não aprendeu a ceder aos desastres». Há um desejo de rigor e de verdade que é intrínseco à íntima estrutura do poema e que não pode aceitar uma ordem falsa.Nem essa "ordem falsa", nem as injustiças foram aceites por Sophia. Católica, vinda de uma família da grande burguesia, rica e culta, Sophia não deixou de se solidarizar com os mais frágeis, de erguer a sua voz cívica e sem artifícios contra um tempo injusto, para nos dizer Que não somos apenas animais acossados na luta pela sobrevivência mas que somos, por direito natural, herdeiros da liberdade e da dignidade do ser.Uma poesia que tem esta força, esta determinante humanista, está viva, tem uma perenidade que a torna exigência singular da arte da palavra - e atrela-se ao futuro.»Extrato do trabalho de Domingos Lobosegue, texto integral
29 janeiro, 2019
Hoje visitei a Maria João...
Visitei a Maria João, parecia estar bem. Prometi-lhe trazer ao meu espaço um soneto seu. "Estás à vontade, escolhe!" e, depois de trocar breves impressões sobre o seu estado* com o jovem médico, saí. Levava já na mente a escolha. Apenas lhe acrescentei a dedicatória, feita por ela no mail que me enviou, com a mesma data do poema.
«Aqui vai o prometido soneto, mas lembra-te de que eu não vejo o sonho como o vê a maioria da burguesia. Não me tento pelas raspadinhas, pelos euromilhões, pelos totolotos e quejandos. Não quero saber de marcas, raças, estatuto e outras superficialidades que tanto ofuscam as mentes. Posso ter objectivos pessoais, como todo o animal humano, mas é de outra coisa que falo quando me reporto ao SONHO.
Pensei procurar qualquer coisa mais óbvia, mas... para quê? Este assenta-te que nem uma luva, já que és um Desenhador de Sonhos.»
Não há, neste planeta, mar nem céu,
Estrada longa demais, alta montanha,
Ponte suspensa sobre um medo teu
Que te trave esse sonho e, coisa estranha,
Um pouco desse sonho é também meu,
Um nada dessa chama em mim se entranha
E aonde chegar, chegarei eu,
Pois nisto ninguém perde. Só se ganha.
Não há fim para um sonho construído,
Nem haverá lugar para o vencido
Num sonho desta forma partilhado
Se, quando te pareça estar no fim,
Vês que mal começou dentro de mim
E que outros vão nascendo a nosso lado.
28 setembro, 2018
Hoje é dia de não estar... estando
02 maio, 2018
Afinal, o Professor João Caraça soube gerir o tempo
À despedida, comovida, prometi ao nosso convidado fotos e textos. Mas isso farei noutro lugar. Naquele espaço dos "Desenhadores de Sonhos"!















