12 outubro, 2012

Um Nobel e um Orçamento, na mesma "paz dos cemitérios" (com a bênção de D. Policarpo?)

Porque hoje a tortura é menos aparente, uns dirão ser menos odiosa ou até mesmo inexistente...

Faz tempo que o odioso imperava com a anuência de quem se calava. Hoje os tempos na Europa são outros, e o que vai acontecendo não aparenta que aconteça. A União, (des)solidária vai-se exterminado a si própria sem que (ainda) expluda com outros ruídos que não sejam os abafados gritos, dos povos a sul. Sobrevive "a paz dos cemitérios" e é essa a paz nobelizada...

Sobre a tortura do empobrecimento, alguns dizem à vítima para negociar com o verdugo tortura menos intensa e mais prolongada. É uma outra forma de aceitar tal tortura.

Alto dignitário, que trata das coisas da alma, assevera que há que esperar que os actos administrativos da democracia funcionem e que não é na rua que se trata de quem nos maltrata...  

Insólito é saber-se que a vitima pode sair voluntariamente da situação. Assim disso tome consciência...