25 agosto, 2012

AVANTE!


Hoje, foi onde estive. depois de antes ter lá estado...
Para erguer qualquer cidade
são necessários vários níveis e estádios
de engenharia, arte e vontade
Na Festa, a tal que "não há outra como esta",
estão lá todas: engenharia, arte, vontade
As minhas, tidas por inferiores, terão servido ao que foi devido
Fui abastecedor de pregos, controlador de martelos,
escolhedor de madeira, aferidor de nível, varredor de serradura...

Vá la lá, usufrua, enquanto dura...
Não havia, em tempos de ditadura
Rogério Pereira

10 comentários:

Anónimo disse...

Saudades dos tempos no Alto da Ajuda. Nunca mais se fizeram festas como essas. (não menosprezando as actuais; se calhar estou a ficar velho, rsrsrsrsrsrs)

Rogério Pereira disse...

Que lhe dizer, meu amigo?

Na Cidade dos Afectos
sou um mero
"entregador de pregos"

Maria disse...

Nesta cidade em construção somos todos um pouco de tudo. Do que é preciso. Sempre foi assim.
E as cantigas que nos saltam do peito são todos de amor. e de luta. De amor à Luta, que continua.

Abraço.

JP disse...

Meu caro amigo,
Sou do tempo do Alto da Ajuda e não perdia uma. Não, não era "abastecedor de pregos" nem "controlador de martelos" mas um assíduo frequentador de todos os metros do espaço.
Tem razão, não há festa como esta e na ditadura nem pensar!

Abraço

BRANCAMAR disse...

Pois é Rogério, é um dos sonhos que tenho na minha agenda e queria muito ir este ano, mas receio ter que adiar mais uns 365 dias.

Depois conta-me como foi, eu vou acompanhando à distância.

Para o ano acredito que lá estarei e vou guardar uns dias de férias para entrar logo no primeiro dia da festa.

Força e parabéns por essa colaboração entre todos, que admiro imenso, desde sempre.

Beijos
Branca

Isa GT disse...

... esse... enquanto dura...
fez-me relembrar como era antes e com tantas coisas que se estão a passar... até me deu um friozinho no estômago...

Bjos

folha seca disse...

Caro Rogério
Não posso deixar de sentir uma ponta de emoção. Não sei como é hoje, mas lembro como era nos "meus tempos". A festa era construída de raiz quase inteiramente com trabalho voluntário.Na Fil, na Ajuda, no Jamor, no infantado. Força!
Abraço
Rodrigo

Vítor Fernandes disse...

Obrigado Rogério pelo trabalho que tens tido para que eu desfrute. Lá estarei. Um abraço.

Fê-blue bird disse...

Que não lhe falte a força!
beijinhos

jrd disse...

Todos os que podem são importantes.