17 agosto, 2012

Drummond de Andrade: Mensagem aos vivos, 25 anos depois da sua morte

13 comentários:

BlueShell disse...

Absolutamente magnífico: de uma força imensa...de uma mensagem riquíssima. Só tu, meu amigo me conseguirias fazer emocionar logo pela manhã.
Te abraço
BShell

migalhas disse...

ola, vi o seu blog no perfil de outra pessoa e decidi visitar para conhecer seu espaço, adorei imenso.. voce não quer vir visitar meus poemas?? http://assombrado-mc.blogspot.com

folha seca disse...

Caro Rogério
Talvez um dos poemas mais realistas e emocionantes de um dos meus poetas preferidos.
Infelizmente tão actual.
Abraço
Rodrigo

Vinicius.C disse...

Olá Rogério!!

Venho agradecer o carinho e claro fazer parte do seu blog!

Drummond é maravilhoso tomei a liberdade de postar no meu facebook.

Quanto a novas poesias... Eu espero que sim. Abraços!!

Sandra Subtil disse...

E agora José?
E agora Maria?
E agora Portugal?

Beijinho

São disse...

E agora?

E agora, nós?

E agora, Portugal?

E agora, Europa?

E agora???

Agora, esperança e luta!

Bom fim de semana

JP disse...

Também nós, Rogério!
E agora nós? O povo sumiu mesmo...já não podemos beber, não podemos fumar, mentimos apenas!

Abraço

Iolanda Lopes disse...

Ainda não tinha ouvido esta voz.
Muito especial.
bom fim de semana

http://verdadesdemae.blogspot.com
http://feitocomcarinhodemae.blogspot.com

as-nunes disse...

O poema é simplesmente fabuloso!

Pena a música de fundo não nos deixar apreciar a voz e o sentir do poeta!

E o ...
"Para Sempre"?...

Hoje li um comentário acerca de Carlos Drummond de Andrade declarando-se o comentador não amante da sua obra. E diz que poesia sem rima nem métrica não é poesia, é uma mera prosa poética.

Cada um de nós pode ter a a sua opinião, pode cingir-se a (pre)conceitos estereotipados, mas daí a menosprezar completamente a poesia de Carlos Drummond de Andrade vai uma grande diferença. Talvez por isso é que Drummond sempre recusou a sua exposição à áurea de pertencer à Academia Brasileira de Letras.

Palavras Vagabundas disse...

E agora José?
Lindo lembrar de Drumond.
bjs e bom fim de semana
Jussara

Lídia Borges disse...


Este poema é estonteante.

"E agora, José?"
Há sempre outro caminho no fim do caminho.

Um beijo

Graça Sampaio disse...

Grande poeta da nossa língua! Gosto muito de o ler. Se bem que... este poema deixa-me sempre tão deprimida... Ou então sou eu que ando muito assim...

Beijinhos

MARILENE disse...

E agora, José?
Para onde?
Magnífico esse vídeo. Um poema sem época. Bjs.