19 dezembro, 2015

Presidenciais: há candidatos que estão a ser abafados...

Sampaio da Nóvoa, de entre os sete candidatos, é dos menos mostrado e praticamente ninguém o ouve...

Se pensam que este post é para falar da candidatura de Sampaio da Nóvoa, esqueçam. Sobre o candidato já disse o que tinha a dizer. E nem sequer é este texto sobre Edgar e a atenção que lhe mereça ser devida. Este escrito (e a imagem acima) tem a ver com dois aspectos fundamentais das próximas eleições. O primeiro aspecto, é para evidenciar até que ponto a imprensa (toda) está minada; o segundo, é para salientar que, não havendo (ainda) censura prévia, ainda há acesso à denuncia de quanto a imprensa mina, manipula e promove.  
Sugiro, a quem se interesse, uma "viagem" a um mundo que não deixa dúvidas, ou (para os mais apressados), à leitura atenta de quem escreve sobre o assunto:
«A campanha eleitoral para a Presidência da República rege-se por dois princípios fundamentais: a igualdade de oportunidades e a liberdade de expressão. O segundo não pode ser interpretado separadamente do primeiro. Isto é, não é apenas a coação sobre os candidatos ou a limitação da liberdade de imprensa que fere a liberdade de expressão dos candidatos e os princípios políticos, económicos e sociais por estes defendidos, mas a ausência de condições para que essa liberdade se possa efectivar. Sem condições paritárias de acesso e tratamento a cada um dos candidatos por parte da comunicação social, pública ou privada, o direito de liberdade de expressão não tem qualquer significado...»

3 comentários:

Elvira Carvalho disse...

De admirar seria o contrário, tendo em conta a linha seguida pelos médias em Portugal, especialmente nos últimos dez anos.
Um abraço e um bom domingo.

Olívia disse...


É só a repetição do anteriormente visto.

E resultou. "Ir na onda" é o que "dói menos". Pensar pela própria cabeça é uma grande "dor de cabeça" que dá trabalho que se farta.

Um beijo

Lídia

Agostinho disse...

É uma vergonha!
O que se passa nos meios de comunicação social é que o jornalismo está em queda. O que vale agora são as notícias por encomenda e os comentários dos avençados.