31 janeiro, 2016

É o Bill Gates o pai e Melinda a mãe? Ao certo, ao certo, não sei. O que é certo é que os mosquitos apareceram e não foi do nada que eles vieram!

«(...) Bill tornou-se muito rico, o mais rico dos ricos, e criou uma Fundação - de benemerência, claro (tudo o que Bill faz é sempre para benefício dos outros e nunca jamais para seu prejuízo pessoal).  
Bill teve então outro sonho, como o dos computadores. Só que com mosquitos. Bill sonhou que transformar mosquitos em vacinas era uma solução benemérita para acabar com algumas doenças que afligem a humanidade em países pobres e, em simultâneo, lograr destes uma renda fixa que lhe garantiria o aumento exponencial do pecúlio para a eternidade.
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Com a ajuda de cientistas pouco escrupulosos (a Fundação Bill e Melinda Gates pagou a pesquisa) e de elites corruptas e desmioladas de países como o Brasil, as ilhas Caimão e a Malásia por exemplo, conseguiu tornar o sonho possível. 

Só que o sonho molhado de Bill, o super-negócio do mosquito-vacina, está a transformar-se no pior pesadelo de todos os países sub-tropicais: o vírus Zika e a microcefalia. 
Há, no entanto, quem diga que não foi apenas uma boa ideia que correu mal (como a do Dr. Frankenstein ou a da invenção do plástico) e que se trata isso sim de uma estratégia cínica e deliberada de exterminação; genocídio premeditado - de eugenia, selecção artificial. Eliminação daqueles que os ricos, como Bill, acham inferiores. Controle da população para controlar os bens alimentares. Dinheiro. Poder (...)»
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