30 março, 2012

The ball


Sem palavras... e porque não me apetece comentar o que (quase) todos irão falar

15 comentários:

ematejoca disse...

Eu cá PS não vou falar sobre esse triste acontecimento e, a imagem do Saramago agarrando a cabeça diz tudo!!!

acácia rubra disse...

"Coisas belas", de facto!

Como gosto de ver o que para si é belo!

Beijo

jrd disse...

Que grande golo que foi este poste!

Flor de Jasmim disse...

Excelente!
Bom fim de semana caro Rogério.

Beijinho e uma flor

Carlota Pires Dacosta disse...

Temos que aproveitar tudo o que nos cai no colo.
Beijo

BRANCAMAR disse...

Este post é muito elucidativo, tanto que as imagens valem por si, sem grandes comentários. E para variar um pouco, embora também se trate de política. O vídeo é muito criativo e lindíssimo.

Um assunto premente em África, porque distribuir preservativos sem uma política de saúde educativa e preventiva não gera resultados e tantas crianças que ficam orfãos e outras que já nascem com HIV, em números assustadores.

Era bem melhor que os assuntos que se discutem cá por esta Europa e os milhares que se desviam fossem aplicados nestes países em políticas de saúde e outras.

Contradições garves deste nosso mundo.

Beijos
Branca

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Muito bem bolado, este post, Rogério.

Catarina disse...

Vi o video. Nao vou comentar. Apenas rrefletir.

São disse...

rrrsss rsss

Tanta coisa para dizer, que nem tento!

Bom fim de semana

Isa GT disse...

Uma coisa é certa... e é assim que a Isabelinha nunca vai chegar a ministra da agricultura... ;)

Bjos

Vítor Fernandes disse...

Para além da mensagem um filme absolutamente fantástico. Do jogo nascerão novos Eusébios, sem os preservativos nascerão mais Eusébios, sem os preservativos morrerão, absolutamente, muitos mais fazedores de Eusébios. E o tricot continuará porque nada se cria, nada se perde e tudo se transforma.

Rogério Pereira disse...

Excelente comentário, caro Constantino.
Parece um hino!

Anónimo disse...

De facto... Sem palavras.

Gisa disse...

Criatividade e imaginação foi o que eu vi. No resto, prefiro calar.
Um grande bj querido amigo

Fernando Ribeiro disse...

Uma bola de pano, num charco
Um sorriso traquina, um chuto
Na ladeira a correr, um arco
O céu no olhar, dum puto.

Uma fisga que atira ,a esperança
Um pardal de calções, astuto
E a força de ser, criança
Contra a força dum chui, que é bruto.

Parecem bandos de pardais à solta
Os putos, os putos
São como índios, capitães da malta
Os putos, os putos
Mas quando a tarde cai
Vai-se a revolta
Sentam-se ao colo do pai
É a ternura que volta
E ouvem-no a falar do homem novo
São os putos deste povo
A aprenderem a ser homens.

As caricas brilhando ,na mão
A vontade que salta ,ao eixo
Um puto que diz ,que não
Se a porrada vier, não deixo

Um berlinde abafado ,na escola
Um pião na algibeira ,sem cor
Um puto que pede ,esmola
Porque a fome lhe abafa ,a dor.

Parecem bandos de pardais à solta
Os putos, os putos
São como índios, capitães da malta
Os putos, os putos
Mas quando a tarde cai
Vai-se a revolta
Sentam-se ao colo do pai
É a ternura que volta
E ouvem-no a falar do homem novo
São os putos deste povo
A aprenderem a ser homens

Mas quando a tarde cai
Vai-se a revolta
Sentam-se ao colo do pai
É a ternura que volta
E ouvem-no a falar do homem novo
São os putos deste povo
A aprenderem a ser homens

José Carlos Ary dos Santos