27 novembro, 2014

Águia (do monte ao mundo)

Reeditado de um post de Abril 2012, com alterações

ÁGUIA

Minha alma Celta se inquieta
Meu coração Luso pulsa, de repulsa
Meu sangue Mouro, da memória desperta
enquanto uma águia cruza, altiva, o monte e a planura

Não me limito à geografia de estar
Não sou estas fronteiras
Europa? Não sou de um só lugar
e para viver que se procure outras maneiras

Somos de todos os ignorados lados
Somos de mares antes navegados
Somos, do monte ao mundo
Rogério Pereira, um miscigenado