15 novembro, 2014

José Casanova, in Memoriam (1939 - 2014)


Por vezes temos o sentimento de que há homens que gostam de nós, tanto, como nós gostamos de nós próprios. Eu sei que, sendo sentimento, pode bem ser exagero. Mas falando do Zé, o que parece é. Ele gostava mesmo das pessoas, num gostar genuíno. E era nessa Humanidade que alicerçava a força para a sua luta.  Morreu, mas não partiu. Jamais deixaremos partir os nossos mortos!

Na memória, por tudo o que ele foi.