12 março, 2016

Sábado... Foi assim, a semana que hoje finda (17)


Segunda-feira: foi o dia em que me convenci que o "buraco" que tinha há muito editado (Março de 2012) já não tinha razão para figurar eternamente neste meu espaço. Retirei-o hoje. Não porque ache que tamanho buraco esteja totalmente tapado, nem que tenha deixado de, ainda, muita gente lá ir parar. 
Ainda vão, mas mais devagar. E outros, muitos, já estarão a sair de lá...

De terça a quinta-feira (e por aí fora) - Dos últimos dias de Cavaco aos primeiros de Marcelo de pouco mais se terá falado. Diria até que a tomada de posse e os dias que lhe seguiram Marcelo converteu o espaço apertado da TVI num enorme estúdio e quase transformou telespectadores em povo ao vivo. Depois de anos de treino o espectáculo tem resultado. Perfeito. Perfeito e ao seu jeito. "fascismo cultural doce"? Não estranharia se o fosse!


Sexta-feira - O Diogo teve carinha verde, cor que lhe tem andado arredada mas que parece ter regressado, com alertas e avisos à necessidade de concentração. Ontem,  na sala de aula, terão falado de plantas e à saída da escola propôs à avó caminho alternativo chegando a casa com inúmeros ramos de flores. Flores de todas as qualidades e cores, carinhosamente colocadas em quatro jarras por quem, cá em casa, tem esse carinho e cuidado. 
Ao almoço, contava-nos a mãe ter feito uma pergunta sem que lhe tivesse encontrado resposta: "Mãe, o que preferes? Que seja mal comportado, ou que tenha maus resultados?"
(Eis uma pergunta cuja resposta daria "pano para mangas")