24 maio, 2019

Porque voto em quem voto? Tudo explicado pela Ana Margarida de Carvalho e... por um gráfico

A Ana* explica (aqui) tudo, e o gráfico ilustra, complementa, reforça...

* Ana Margarida Carvalho, mandatária da candidatura da CDU, é uma escritora e jornalista portuguesa. Única a receber sucessivamente o Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores por cada uma das suas três obras de ficção (dois romances e um livro de contos).

É filha do escritor Mário de Carvalho. Nascida em Lisboa no ano de 1969, licenciou-se em direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Tem 2 filhos.

Jornalista, foi distinguida com 7 prémios de reportagem. Trabalhou durante 25 anos na Revista Visão, onde foi editora e Grande Repórter. Colaborou com diversas publicações: Jornal de Letras, Revista Ler, Marie Claire, Egoísta, Colóquio Letras assim como com o canal televisivo SIC.

Fez crítica cinematográfica no blog Final Cut[5] (do qual foi fundadora) e na Revista Visão. Integrou, em diversos anos, o painel de jurados do ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual) para atribuição de subsídios nos concursos de produção de longas-metragens, documentários e desenvolvimento de guião. Durante dois anos, assinou a crónica semanal «Conversas de Elevador», no site da Revista Visão.

Três dos seus guiões cinematográficos (documentário e ficção) ficaram classificados nos primeiros lugares em concursos do ICA, obtendo o respectivo financiamento.

Estreou-se no romance com o seu primeiro livro em 2013, «Que Importa a Fúria do Mar», que ganhou o Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB – 2013, foi finalista de diversos outros prémios e mereceu a aprovação generalizada da crítica literária.

Em 2016 publicou o seu segundo romance, «Não se Pode Morar nos Olhos de Um Gato», que ganhou igualmente o Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB – 2016 e o prémio Manuel de Boaventura 2017 por se tratar "de uma obra dotada de um imaginário poderoso e servida por uma força narrativa invulgar, visível não apenas no modo denso como convoca ressonâncias intertextuais, como pelo seu invulgar merecimento estético-expressivo”. Foi finalista do Oceanos-Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa do Instituto Itaú Cultural e nomeado para melhor livro de 2017 pela Sociedade Portuguesa de Autores. Foi editada, no Brasil, a primeira edição em 2018.

Publicou, em 2017, o seu primeiro livro de contos, «Pequenos Delírios Domésticos», que foi vencedor do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco APE/CM Vila Nova de Famalicão, tornando-se assim a primeira autora portuguesa a ganhar três Grandes Prémios APE por obras sucessivas.

É autora do prefácio de «Alexandra Alpha», de José Cardoso Pires, numa reedição da Relógio D'Água, em 2015.

Em 2017, foi-lhe atribuída uma bolsa anual de criação literária pela Direcção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB).

Realiza várias oficinas e workshops na área da literatura e da escrita criativa.

2 comentários:

Maria João Brito de Sousa disse...

As razões que me levarão a deslocar-me até às urnas no próximo Domingo, em tudo são similares às expressas pela Ana Maria Carvalho.

Abraço

Fernando Ribeiro disse...

Eu não sou comunista nem verde (para dizer a verdade, não sei bem o que sou), mas pela seriedade das propostas, pela clareza das ideias, pelas provas dadas no passado, pela recusa em surfar a espuma dos dias, pelo desprezo votado a uma falsa crise política manhosamente inventada, pelo não alinhamento em ataques pessoais, pela focagem na discussão dos temas em jogo nestas eleições e por muitas outras razões, eu só podia votar numa candidatura. Foi o que fiz.