21 junho, 2010

Os sete a zero... e a elevada motivação dos meus netos!

A nossa selecção, tal como os meus netos, aplicaram-se com elevada atitude e motivação. Basta que o treinador encontre as palavras certas. Eu, Mouro, contei-lhes que com esforço e aplicação conseguem-se coisa imensas, enormes. Contei-lhes como se consegue que uma flor passe da quase-morte para "A Maior Flor do Mundo"...

No fim do jogo, como é costume, os meus netos assaltaram-me com mil perguntas, tentando confirmar o seu bom entendimento das tácticas empregues por Carlos Queiroz:

  • Marta (13 anos) - , será que o Queiroz também lhes falou da "minha flor"?
  • Miguel (11 anos, irmão da Marta) - Cala-te, não percebeste nada. Aquela bola era a do "meu escaravelho"...
  • Duarte (6 anos, o tal lourito) - Eu, que sou o "Coentrão", porque não marquei um golão?
  • Diogo (1o meses, o tal "ranhosito") - Tá, tá, tá, bummmm?
  • Eu - Tá! Tá mesmo munta bummmm!
NOTA1: Julgo que a história de Saramago poderá servir para motivar a nossa grande equipa. Pode fazer-nos renascer deste cinzentismo, goleando, não os adversários, mas a adversidade! Actos solidários, precisam-se!
NOTA2: "E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos? Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar" (Saramago, 2001).