31 agosto, 2010

Há quem mantenha os seus hinos e não hipoteque as canções...


... "E se a reconhecida Carvalhesa será no início de Setembro tocada por orquestras sinfónicas, "a maioria dos militantes nem os hinos dos partidos conhece",(...) "a importância da música tem vindo a diminuir. O maior corte foi "nos anos 80, com a profissionalização dos partidos, passaram a ser as agências de comunicação a escolher as músicas, que já nem sequer tem uma componente ideológica"

A legenda foi retirada do texto do DN que merece leitura atenta e alguma reflexão. Sublinho apenas "as agências de comunicação" recomendaram Vangelis e musica de filmes, tipo "Now we are free" ou até música "pimba". Assim, o marketing eleitoral empurra para os alto falantes, falas que nos são distantes ou falsas. Mas isto não é assim em toda a linha... estão aparecendo novas canções e há quem as abraçe, promova e com elas se comova, sentindo-se mais português!

E, não tendo dito ainda, sempre vos vou dizendo que há partidos que se mantêm fiéis à música de raiz popular e aos seus hinos. Não acreditam? Podem ir à Quinta da Atalaia, dias 3, 4 e 5 de Setembro, a uma Festa com nome de hino, ouvir e ver outros hinos que, a mim, me fazem sentir inteirinho dentro deles...