11 abril, 2011

O senador sentado, discorrendo dentro do quadrado...

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Falou Mário Soares. Claro que as expectativas eram baixas. Claro que não esperava um Lula da Silva. Claro que a nossa República é mulher ingénua e crente, julgando que todos são boa gente...

Soares bateu na Comunidade Europeia, na teia, na Merkel e no Sarkosy à boleia. As agências? Ah, as agências de notação dominadas pela alta finança, mandatadas pelas megamultinacionais e outras coisas mais... Temos homem, terá pensado a Rés Pública.
Qual quê.
O MFI e não o FMI (com o MFA a moer-lhe o inconsciente) tem gente competente e para negociar carece de gente experiente. Isso terá que ser assim, porque sim. E vamos lá bater a bolinha baixa porque isto de pedir ajuda e tentar fixar a taxa, colocar exigências, não lembra nem ao diabo do gajo que vai à banca pedir empréstimo para a casa. Um pais e um recém-casado é muito bem acomparado. Os gatos vão-se entender... Porque... tem de ser. Ah, quanto ao Nobre, nem sequer disse que o pobre tem alma de plasticina. Não custa supor, que em desespero de causa, lhe tenha sido proposto: ser candidato socialista às terças, quintas e sábados; aos domingos, segundas e quartas, ir pelos sociais democratas...

Mário Soares falou, gasto mas empertigado, do lado de dentro do quadrado (ou não fosse ele o principal feitor do paradigma)