06 janeiro, 2012

Aquilo a que chamamos destino...

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Somos o que sentimos e o que pensamos e, 
para além disso, somos a memória deixada!, digo eu.
Diziam-me amigas esperarem que eu pegasse num texto anterior para o tratar a meu jeito. Adivinhavam-me o intento, pois não é impunemente que um poeta fala como Minha Alma. Quis aquilo a que chamamos destino, que uma má noticia  desviasse a intenção. Regresso ao que tinha planeado e pego numa expressão usada: "Somos o que sentimos e o que pensamos e, para além disso, somos nada!", para discordar da parte final. É que só somos mesmo nada se de nós não ficar qualquer memória do que sentimos e pensámos, quando éramos a ideia de ser tudo... 
E que dessa memória fique a da gente boa, pois os falsos bons e o tiranos deixarão actos e seguidores que os hão-de bem lembrar...
imagem retirada da net e já repetida em post anterior