31 dezembro, 2013

Quatro anos velhos, refunfelhos, já foram. Venham outros, de outros tempos, com novos ventos!



A foto, rebuscada de uma controvérsia que mereceu destaque a partir de uma reação a uma minha opinião, mantém-se actual. Actual, pois o copo que ergo é o mesmo, é o mesmo o estilo do que eu escrevo e digo, e assim irei continuar, sem amargura, com o mesmo sorriso, com o mesmo olhar, expondo a vida do meu EU do MEU CONTRÁRIO e da MINHA ALMA. 
Irei continuar, escrevendo, citando, trazendo para este espaço o que vejo para além da espuma dos dias, para registo do que vai ocorrendo. Brindo a isso e aos meus amigos. Brindo à amizade, que vai deixando a marca e o lastro no que escrevo e faço. Brindo aos que me têm brindado com palavras que guardo no coração. Palavras de carinho e incentivo, todas, todas, sem excepção. Brindo aos que me estimam. Brindo aos que me espreitam. Brindo até aos que não me aceitam...

A todos deixo a promessa de que não abandonarei a luta!

Obrigado a todos e votos de um FELIZ ANO NOVO, neste dia que também é dia de aniversário de milhentas imagens e outras tantas letras! E termino como terminada a tal controvérsia...

...ergo o copo. O olhar semicerrado indicia que estou embriagado, não sei se com a vida se com a bebida. Talvez com a bebida, pois...:

 «Eu não gosto de falar de felicidade, mas sim de harmonia: viver em harmonia com a nossa própria consciência, com o nosso meio envolvente, com a pessoa de quem se gosta, com os amigos. A harmonia é compatível com a indignação e a luta; a felicidade não, a felicidade é egoísta.» 
 José Saramago
Voltem sempre!