26 março, 2021

A PARTILHA!

Estava eu todo lampeiro saboreando um guloso gelado, quando ela veio pousar seu focinho no meu braço acompanhando o meu gozo, com olhar expectante. Senti que devia fazer partilha e pedi autorização à minha filha. Ela deu-ma. E foi um prazer vê-la lamber, lamber, lamber... 

(o fotógrafo foi o meu genro)

 

20 comentários:

  1. Que foto mais bonita. Uma ternura.
    Abraço, saúde e bom fim de semana

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    1. Sabes Elvira? Cá em casa só deixou de haver bicho quando minhas filhas criaram a sua própria família e passaram a viver em suas próprias casas. É que sempre considerei que as crianças, na sua relação com os animais, aprendem a educar afectos e até o respeito pelos outros...

      E tenho dado conta disso em muitos mos meus contos!

      Abracinho

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  2. A POESIA NÃO ESTÁ SOMENTE NA RUA — está também dentro de casa com a família, partilhando um gelado com um animal de estimação.

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    1. Foi o comentário mais bonito
      que alguma vez deixaste aqui escrito

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  3. Que ternura de fotografia, Rogério! :)

    Forte abraço!

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    1. A nossa cadelita Cuca
      é mesmo uma ternura
      (sendo da minha filha)
      também a considero minha

      Abraço

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  4. ...Isso da partilha, significa que o Rogério e a Cuca ( boa cerveja angolana) lamberam o gelado à vez? ( isto é somente um àparte)
    Eu, qual São Tomé, vejo a cadelita cheirar o gelado. Se lambeu, ou foi antes ou depois do clique dado pelo genro. ( isto, é o comentário)

    Bom fim-de-semana.

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    1. A Cuca fez marchar,deliciada,um bom bocado
      E quanto ao só cheirar... não assim tão mau
      Imagino que se fosses tu a comer gelado
      Teria o animal que se contentar com o pau

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    2. Ahahahahahahah

      Acho que nunca uma sua rima
      tanto, mas tanto,
      me fez rir.
      Diz bem!
      De mim, a Cuca levaria só o pau
      para se divertir .

      ( Isso já seria:"Um pau por um olho" )


      Não, não sou sádica, não espetaria o pau no olho da bichinha.

      Para quem não souber:

      "um pau por um olho", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
      • = Grande vantagem, pechincha.

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    3. De si a Cuca não esperaria
      partilha

      (quanto a divertir-se com o pau
      isso aconteceu.
      E nem queira saber o gozo
      que lhe deu
      roê-lo todo, todo, todo)

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    4. Sabe lá o Rogério?
      Fique sabendo que os meus gatos, mesmo sem que eu os trate com mariquices de desvelos exagerados, sem dormirem na minha cama, sem se espojarem nos meus sofás, adoram-me e até me conhecem pela fala.
      Basta que os chame e vêm a correr mesmo que estejam no quintal dos vizinhos, pois sabem que é para os alimentar e fazer recolher. Merecem-me mais respeito, por saberem ser gratos, do que muita gente que conheço.

      Os animais são inteligentes o suficiente para saberem quem gosta deles, os respeita na sua condição de seres de quatro patas e não lhes dá mais para além de comida, bom trato e liberdade de ir e vir.

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  5. No amor não existe género nem espécie. Foto lindíssima
    .
    Feliz fim de semana … Cumprimentos poéticos.
    .
    Pensamentos e Devaneios Poéticos
    .

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    1. Meu genro, não sendo profissional
      a fotografar, não se sai nada mal

      Abraço, caro Ricardo
      para que tudo saia rimado

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  6. Não sei de qual gosto mais, se da pose da Cuca, se do seu olhar enlevado.
    Os animais sabem sempre, quem lhes quer bem.

    Um beijinho e continuação d bom fim de semana

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    1. Agora, hesito
      com o seu escrito
      "do seu olhar enlevado"
      "seu" dela?
      ou "seu"
      meu?

      (agora cabia aqui um emoji, com um sorriso largo)

      Beijinho

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  7. Partilho os teus gestos solidários
    Abraço

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