28 outubro, 2018

Conversas cruzadas (ao Domingo) - 3

Talvez já esmorecido, o Bruno não me citou ontem, sábado.
No seu "Da peste à centelha" desde há muito se cala. Talvez... talvez por isso, hoje, a vitória da peste.
Mas eu lhe digo:
a centelha tarda, mas um dia chega

12 comentários:

Elvira Carvalho disse...

É essa esperança que nos guia.
Abraço e uma boa semana

Maria João Brito de Sousa disse...

Subscrevo as palavras da Elvira Carvalho.

A peste venceu, mas a Centelha continua bem viva. E nunca, por nunca ser, a centelha deixou de de nos guiar, ainda que em tempos de peste.

Janita disse...

Quando Lula da Silva foi para o poder parecia ter-se acendido a centelha, a luz da justiça, da distribuição mais equitativa da riqueza, a bênção do povo...para o povo.
Afinal, o que correu mal?

Agora? É esperar para ver.

De qualquer, maneira nunca será fácil.
O poder não se resume apenas a quem governa, e o Rogério sabe isso muito bem.

Rogerio G. V. Pereira disse...

Elvira
Mais que esperança
Uma certeza

E, depois, não gosto da palavra espera_nça
Porque

«Esperar não é saber
Quem sabe, faz a hora
Não espera acontecer»

Rogerio G. V. Pereira disse...

«Mesmo na noite mas fria
Em tempos de solidão
Há sempre alguém que resiste
Há sempre alguém que diz não»

E as eleições, são uma forma de Democracia
onde a peste,
cresce, cresce, cresce

Rogerio G. V. Pereira disse...

O comentário acima

««Mesmo na noite mas fria
Em tempos de solidão»

era em resposta à Mª João

Rogerio G. V. Pereira disse...

Janita

«O poder não se resume apenas a quem governa, e o Rogério sabe isso muito bem.»

Ó se sei!
Os poderes eleitos
cada vez mais,
podem menos

O poder vai estando cada vez mais concentrado
tal como a riqueza
As agências de notação financeira, a imprensa e
Bindelberg, são meros instrumentos!

maceta disse...

Escolheram um grande artista do arame.Agora, quer queiram ou não, vão ver as habilidades...

Rogerio G. V. Pereira disse...

maceta

venha de lá a centelha
e acabam as acrobacias

Lídia Borges disse...


A escolha, desta vez, não se fazia sequer entre ideias/regimes político, mas entre ideias de índole humana e sociológica. O povo, que é soberano, votou. Votou está votado.

O Brasil adoeceu!


Lídia

Rogerio G. V. Pereira disse...

Lídia,

Engano seu
O Brasil não adoeceu
"Apenas" está
meio vesgo
meio surdo
empenado do esqueleto
só não está mudo
aliás, tem até duas bocas
uma fala, a outra mente

Apenas meio Brasil está doente
(45% é muita gente)

São disse...

Estamos agora , meu amigo, em tempo de reflexão e ressitência.

A centelha, essa, jamais se apagará.