03 abril, 2012

Existe, sim. Seu nome? - Marinaleda. Se estou de acordo? - Não é esse o ponto...

Existe sim, nem importa se estou ou não de acordo. É mais importante conhecer o que acontece, não apenas lá, mas também aí onde está. Se é possível e sustentável a vida que você leva. Se ela leva a algum lado ou... se leva a nada. 
Para saber mais desse outro lugar, pode ouvir o seu eleito alcaide ou navegar (aqui.). Pode ver os vídeos e outras informações... 
Se tiver um pouco de mais tempo, pode ver o que passou na SIC

14 comentários:

Eva Gonçalves disse...

Já tinha visto no Domingo a reportagem. Interessantíssima. Penso sempre que título da comunidade foi bem escolhido... isto porque infelizmente, muitas experiências do género, não chegam a durar duas gerações... porque os filhos crescem e já não se revêem na vida dos pais... Ninguém disse que não era possível... mas digo eu, que provavelmente, não é sustentável, (a não ser imposta...), devido à própria natureza humana. Beijo

Ana Tapadas disse...

Também vi e fiquei impressionada.
Fácil não será, possível é.

Beijito

Rogério Pereira disse...

A questão, minhas amigas, é mesmo a da sustentabilidade. Estou em crer que a experiência daquela comunidade vai dificilmente sobreviver. Ser-lhes-á difícil manter uma ilha de de valores que muitos poderes querem atropelar e fazer valer que são contra-natura. Contudo, a questão da sustentabilidade colocar-se-á adiante, com a mingua dos recursos naturais. Teremos que procurar soluções como a daquela comunidade. Não por ideologia, mas por sobrevivência. Quanto à natureza humana, ela é... uma banana! :-))

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

É curioso que na Grécia, com a crise, começaram a surgir algumas comunidades rurais onde as pessoas vivem num sistema de troca directa. Os serviços trocam-se a perir de um banco de horas em tudo semelhante ao nosso Banco do Tempo.

Isa GT disse...

O interessante é ver que há outras alternativas e, já se começa a falar da volta das Cooperativas, no fundo empresas locais que dão trabalho local e nunca se vão deslocalizar para a China.
A produção local vai ser essencial e como eu digo muitas vezes, não faz sentido que uma simples batata viaje centenas de kilómetros, gastando combustível cada vez mais caro, poluindo, quando pode ser cultivada mais perto e multiplicando isto a vários produtos, vai ser a única solução viável para um Mundo cada vez com menos recursos.
Os países que sempre controlaram a U.E apenas quiseram destruir a nossa produção para escoarem os produtos deles, isto nunca foi uma união, foi a tomada dos mais fracos pelos mais fortes... destruir e endividar para ficarmos entre a espada e a parede... e os nossos políticos por incompetência ou interesse entraram nesta jogada.

Bjos

BRANCAMAR disse...

Rogério

Comovi-me com o vídeo. Não tinha visto o programa e o nome de "Terra da Utopia" mexeu com as minhas cordas sensíveis. A luta e as conquistas daquela gente, a persistência, a generosidade com que partilham o trabalho, mas não tenho ilusões e penso que só em pequenas comunidades e com alguma autonomia de alcaides como este a partilha é possível e é possivel travar a entrada de "tubarões".
Como se aflorou nestes comentários já há pequenos movimentos de jovens que se vão adensando, dedicando-se quer à permacultura, quer a outras formas de ver a vida. Já ouvi até dizer que no interior de França há grupos comunitários de jovens procurando a terra e a viver com esta força de procurar novos caminhos, o que tem preocupado o governo.

O teu comentário diz muito do que vai ser possível e necessário, eu acredito na utopia, só a fé nela nos leva mais longe, apesar dos atropelos.

Beijos

Gisa disse...

Uma experiência bem interessante. Utópica? Talvez sim, talvez, talvez.
Um grande bj querido amigo

Anónimo disse...

Rogério

Comovi-me com o vídeo. Não tinha visto o programa e o nome de "Terra da Utopia" mexeu com as minhas cordas sensíveis. A luta e as conquistas daquela gente, a persistência, a generosidade com que partilham o trabalho, mas não tenho ilusões e penso que só em pequenas comunidades e com alguma autonomia de alcaides como este a partilha é possível e é possivel travar a entrada de "tubarões".
Como se aflorou nestes comentários já há pequenos movimentos de jovens que se vão adensando, dedicando-se quer à permacultura, quer a outras formas de ver a vida. Já ouvi até dizer que no interior de França há grupos comunitários de jovens procurando a terra e a viver com esta força de procurar novos caminhos, o que tem preocupado o governo.

O teu comentário diz muito do que vai ser possível e necessário, eu acredito na utopia, só a fé nela nos leva mais longe, apesar dos atropelos.

Beijos

Lídia Borges disse...

É uma busca incessante pelo equilíbrio, pela sustentabilidade. A dúvida reside nas relações de interdependência na organização das sociedades ocidentais, promotora de jogos obscuros e desonestos na disputa do poder. Este facto sobrepõe-se claramente ao que é essencial e a vida das pessoas já não é o valor maior. Voltar as costas ao mundo é uma tentação. Até que ponto possível, hoje, é que eu não sei.

Um beijo

Sam Seaborn disse...

Olá, concordo com a Eva, tenho dúvidas quanto à sua sustentabilidade
Muito interessante, abraço.

Maria Luisa Adães disse...

Rogerio

Li que não dança para nenhum Deus
nem sabe se Deus ou os Deuses dançam...

Eu também não sei...mas danço...

Não é uma censura, mas uma graça, o
encontrei em Ana Tapadas e achei interessante seu comments
e vim até aqui e gostei...

Pascoa Feliz,

Mª. luísa

Carlota Pires Dacosta disse...

Para que tudo dê certo, tem que haver um grande líder, senão nada feito.
:)

BRANCAMAR disse...

Só agora voltei e me espantou que o meu comentário tivesse entrado como anónimo. Não sei o que aconteceu e por coincidência não assinei como faço a maior parte das vezes, foi um hábito que ganhei por causa de um doente oncológico que não percebia nada de blogues, só o abriu para os amigos e queria que todos assinassem, mesmo que tivessem perfil do google. Peço imensa desculpa pelo lapso, mas o anónimo acima sou eu, o blogger devia estar "tonto" quando escrevi.

Beijos
Branca

Anónimo disse...

Só agora voltei e me espantou que o meu comentário tivesse entrado como anónimo. Não sei o que aconteceu e por coincidência não assinei como faço a maior parte das vezes, foi um hábito que ganhei por causa de um doente oncológico que não percebia nada de blogues, só o abriu para os amigos e queria que todos assinassem, mesmo que tivessem perfil do google. Peço imensa desculpa pelo lapso, mas o anónimo acima sou eu, o blogger devia estar "tonto" quando escrevi.

Beijos
Branca