09 abril, 2012

Adriano, a rigidez necessária (a falta que ela nos faz...)

Escrevo um livro. Onde começou a ser escrito, não faltou a ligação ao poema e à canção. Editado, esqueci o pormenor que um texto sobre papel não tem links que nos remetam para trinados e vozes. Foi pena. Na página 15, na introdução, enquanto ia dizendo que “eu nem sequer fui ouvido no acto de que nasci” nem se lê o poema, "A Fala do Homem Nascido", nem se ouve a voz de Adriano. Falha minha, nem deixar indicativa nota. Eu que queria ligar meu livro (também) à sua memória.

Adriano Correia de Oliveira, faria hoje 70 anos.



A voz que está sempre presente, nas entrelinhas do meu escrito

 

A garantia de vozes e vontades para continuar Adriano