22 junho, 2014

Até o mundo acordar!

imagem da net
Até o mundo acordar
Não apontem excessos
para a ausência
pese embora a aparência

Amanhã irá voltar
a beber a vida
trago a trago
até cair para o lado

ou, sei lá
até o mundo acordar
Eu

14 comentários:

Maria João Brito de Sousa disse...

Uma imagem da net e um poema de?
Fiquei curiosa...


Abraço grande!

Anónimo disse...

Entre a bebedeira e a realidade, repousa um diamante!

E tudo se faz pelas aparências

voz a 0 db

Tétisq disse...

uma bebedeira da vida, é boa!

Rogerio G. V. Pereira disse...

Maria João,

julgando não ser um poema, não o assinei... raramente assino textos, mas lá passou estar um Eu, a teu pedido

luís rodrigues coelho Coelho disse...

As bebedeiras que adormecem o mundo dos vivos...e...quando acordam ...
realidades cada vez mais vivas e mais duras.

© Piedade Araújo Sol disse...

o poema está muito bem enquadrado, para a foto.

gostei!

e estou a sorrir para a foto e para a vida.

:)

São disse...

Muito bem!

Esperemos que o povo acorde depressa.

Boa semana

Maria João Brito de Sousa disse...

Obrigada, Rogério, por satisfazeres a minha curiosidade. Calculei que fosse teu, mas...

E é um poema, podes estar seguro!
Claro que não basta, de uma maneira geral, truncar as frases, colocá-las em "escadinha" umas sob as outras... mas, este, é mesmo poema! Tem o seu ritmo, o seu compasso, a sua melodia! :)

Abraço!

O Puma disse...

Aos anjos

nem o vinho os embebeda

até ser outro dia

jrd disse...

Bebe até saciares a sede possível. Quanto à ressaca, sabes bem que aguentas e estás aí para as curvas.

manuela baptista disse...

não sei o porquê do anjo

no entanto, penso nas centenas de jovens muito novos, que aos fins de semana, caem de embriagados

a solidão começa aí


um abraço

Lídia Borges disse...


Anjos adormecidos!
É uma imagem que me atormenta. Precisamos deles sóbrios e acordados para que a vida perca a acidez e se possa beber até ao âmago.


Bj.

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Acredita que acorde, Rogério? Eu começo a acreditar que quando acordar será muito tarde.

Agostinho disse...

Tarda a acordar para os anjos caídos.
Belo poema, triste realidade.