15 abril, 2013

Mar Arável diz-me: "não és convidado, és cúmplice". Serei cúmplice!


Talvez ler-lhe, de enfiada, todos os títulos da obra fosse uma surpresa surpreendente. Talvez vá colocar Minha Alma a falar do desassossego e a emoção de o ler. Talvez vá dar voz a esse meu outro, o Meu Contrário, e coloca-lo a discorrer sobre o "Chão de Claridades" e o significado da metáfora. Talvez,  por momentos, habitar-lhe a "escarpa" para tentar ver com os olhos dele as tais claridades. Talvez eu encontre a atitude, a palavra certa para corresponder, exactamente, aquilo a que o meu amigo chama "cumplicidades". Talvez tudo isso ou outra coisa, que consiga arrancar da plateia, que se pretende cheia, esperados e cúmplices sorrisos. 
Vai ser bom estar. Esteja também.