16 janeiro, 2014

António, o cordeiro (e um Lobo chamado Antunes)


O titulo sugere a fábula, mas não é de La Fontaine que vos venho falar. Nem sequer do Gonçalo M. Tavares de quem encarecidamente espero uma maior intervenção cívica e política e, por isso, o tenho colocado na berlinda. Venho falar mais uma vez do ALA, e não me quero repetir nos argumentos já antes despendidos a propósito de uma crónica de Baptista Bastos e, antes também, numa minha "homilia" citando Saramago.
Ao ouvir o que ALA diz (12´30´´do vídeo, onde ficamos sem saber o que terá dito ao Primeiro Ministro) desisto definitivamente do homem, sem saber se se salva o escritor, pois nunca consegui separar uma coisa da outra. E quando falo de outros, não me venham com o argumento que escritores, obras e homens não se comparam, pois não é disso que se trata. Comparo comportamentos, isso sim, pois estes são, para além das palavras escorreitas, escritas e ditas, o que determinam o exemplo daquilo que devemos seguir e querer ser.
Que um dia o Lobo devore o António!

5 comentários:

Cristina Cebola disse...

Isso, Rogério! Os homens medem-se pelas atitudes que tomam e pelos seus comportamentos.
Abraço amigo e bom fim de semana, que se aproxima...:)

Maria Eu disse...

Não basta escrever livros, tem que se tomar posições!

Beijinhos Marianos! :)

Observador disse...

Um Lobo com pele de cordeiro?

jrd disse...

Este individuo não passou de "Os cus de judas", pelo menos para mim.

Anónimo disse...

excelentes "crónicas" ... andava eu em busca de "espaços" enamorados pela poesia/ literatura e voilà... grandes abordagens "interventivas" ;))
Patrícia*