08 janeiro, 2014

Uma investigação, com coisas que temos à mão

Lembram-se daquela imagem que representava uma espécie de "cérebro"? Se não tem isso presente, relembre.
Já está? Então podemos seguir em frente: vê essa imagem aí ao lado? É, segundo as localizações cerebrais, a parte daquele cérebro imenso que responde pela realidade local. Vamos ver?
Clique aqui e veja o movimento, de como os neurónios cinzentos se deslocam e se dão as ligações. É fácil. Sendo muitos, não são milhões. Posso até situar-vos serem na casa dos poucos milhares. Querem que fundamente, com pequenos exemplos. Cá vão:
«um só gestor pertencia ao órgão de administração de 73 empresas.»
«17 administradores acumulavam lugares de administração em 30 ou mais empresas»
Isto, quando foi publicado,  levantou um sururu danado, que não havia direito, que tinham vencimentos chorudos, mas esqueceram-se do funcionamento: cada ordem, decisão, de um gestor repercute-se em dezenas de grandes organizações. Um só, pode comandar comportamentos na economia em mais de setenta organizações! Pois! É tudo muito complicado? Não! Veja em baixo uma fácil explicação, descrita na legenda:


Esta imagem mostra o que resultou do que fiz: cliquei na bola "BPI" e de pronto apareceram ramificações de outros tubarões e os nomes conhecidos, de políticos (a cor que os pinta não engana).
A teia está aí.
Vai clicando e o sistema vai mostrando. Experimente! Comece pela Banca... 

9 comentários:

JP disse...

Teia, alcateia ou polvo...qualquer um servia.

Rosa dos Ventos disse...

Impressionante! :(

jrd disse...

Isto é um autêntico oceanário, repleto de piranhas...

Anónimo disse...

poderia explicar o absurdo abaixo:

""Na primeira linha da denúncia e da notícia. "A mitologia e a vitimização judaica não são mais que ferramentas."""

obrigado

Mar Arável disse...

"Um deus na palma das mãos"

Lídia Borges disse...



Damiano Damiani, realizador de "O Polvo" teria aqui matéria para mais umas boas temporadas.

Um beijo

O Puma disse...

A canalha anda á solta

Bruno disse...

Há uma frase no Manifesto que me levou a abrir uma rubrica no meu blog «Três Parágrafos» chamada:

«O executivo do Estado moderno não é mais do que uma comissão para administrar os negócios comuns de toda a classe burguesa»

Não é por acaaso que o poder executivo tem a natureza de classe que tem. A foto deste post torna a coisa claríssima.

Nessa rúbrica tenho lá uns poucos de exemplos dessa rede de bandi... neurónios.

Maria do Sol disse...

Sem palavras...