02 novembro, 2010

No dia... "em que os mortos amados batem à porta do poema"

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Adriano Correia de Oliveira - Canção com lágrimas/Manuel Alegre

Os meus mortos, lembro-os na intimidade dos meus pensamentos...

15 comentários:

  1. Caro Rogério
    Esta canção cantada por esta voz, parece ter um destinatário.
    Se estiver enganado e se se destina a todos nós, cá por mim passaram uns arrepios...
    Abraço

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  2. Querido amigo Rogério!

    Que Pátria esta que não chora os seus mortos!!!

    "Eu canto para ti o mês onde começa a mágoa
    E um coração poisado sobre a tua ausência
    Eu canto um mês com lágrimas e sol o grave mês
    Em que os mortos amados batem à porta do poema."

    Obrigada.

    Beijos


    PS. Li agora "a da bolachada" ... eu nunca lá andei "na catequese", mas no teu lugar também não perdoava!

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  3. Um momento de recolhimento e de sabedoria que o meu amigo nos trouxe aqui.
    Beijinhos

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  4. Por falar em Saramago: "As intermitências da morte"
    Ainda não recebi a cartinha violeta, mas se o destino é o céu, ficarei mais descansada.
    Gosto do som, da letra e da voz.

    Um beijo

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  5. E é na nossa intimidade que eles revivem cada dia e nos acompanham até nós estarmos mortos também.

    Beijo

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  6. Os meus...tecem sombras dentro de mim...
    BJO

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  7. Saramago sobre a imagem de cruzes, sem dúvida de mortes causadas por homens. Boa montagem e adequada a escolha de Adriano/Manuel Alegre... Mais um post para fazer reflectir.

    Beijinho

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  8. abraços, meu caro.

    (comovido com a canção)

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  9. Eu nem preciso de dia para recordar os meus, quantas vezes vêm ao meu pensamento, por vezes, por... qualquer pequena coisa, palavra, perfume,...

    Bjos

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  10. Muito obrigada pelo Adriano!

    Beijinho

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  11. Caro Rogério

    Todos os dias lembro os meus que perdi, esta canção é daquelas que faz cair a lágrima.

    Beijo

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  12. Rogério, querido ...
    que belíssimo post ...

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  13. aos meus, dedico-lhes um sorriso. sei que eles, onde quer que estejam, estão a fazer o seu caminho...

    [mas, isso, não significa que não sinta uma saudade, por vezes, sufocante...]

    abraçinho...

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