20 setembro, 2012

Conselho de Estado: também tenho direito a imaginar um cenário...

A pedido, Cavaco Silva mandará retirar o que tão mal estava a cheirar...

... a conversa incidirá, não sobre obra desde há muito obrada, mas sim sobre a que foi obra recente. De fora, chegam ecos de ter sido, esta, obra incompetente, nauseabunda. Retirada a bosta antiga da agenda e da mesa, a sessão, mesmo assim, será agitada. Não porque a agitação (entre amigos, conhecidos e comparsas da mesma farsa) se justifique, mas que fique para a história que todos se agitaram.  É uma agitação controlada, Cavaco sabe de quem está rodeado. Se alguém levantar a "garipa" e colocar questões fora da agenda, ele ameaçará fazer regressar a bosta acumulada à sala. E isso ninguém quer.  
As moscas serão colocadas em cheque. Serão mudadas.

Lá fora, um mar de gente, canta, sem parar, "Acordai". E alguns talvez o façam, mas já não convencem...

10 comentários:

Observador disse...

Diz-se, pelos corredores de Belém, que a bosta está fechada a sete chaves.

Eduardo disse...

A fotografia é bem sugestiva. As moscas aguardam o momento de poisar.

Fernanda disse...

É tudo uma grande farsa, é o que é!!!
Beijo

Fada do bosque disse...

E que tal os portugueses acordarem mesmo da anestesia e obrigar os obreiros a engolir a própria obra, hein?!

Ora diga lá se não seria remédio santo?

Dia 29 lá estaremos, mas para rachar e sem lamúrias!

Um beijo

as-nunes disse...

Olha que ricos "meninos"!

Mais uma jantaradazinha de confraternização, que há que aproveitar os pretextos para relaxar, de tão cansados que estão com tanto relaxamento!

Morgan Nascimento disse...

Olá, parabéns pelo blog!
Se você puder visite este blog:
http://morgannascimento.blogspot.com.br/
Obrigado pela atenção

Cristal de uma mulher disse...

Parabéns pela coragem de falar ainda que não escutem.....

Um grande abraço

Rosa dos Ventos disse...

Já não estou em Lisboa!:-((

jrd disse...

Achas mesmo que ele se incomoda com o cheiro?
Depois do que fez há anos...

Lídia Borges disse...


Quanto mais mexem mais cheira.


Lídia